<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661</id><updated>2012-02-16T18:04:32.871-02:00</updated><title type='text'>Schola Cantorum Sancte Michael Archangele</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6441191022404255259</id><published>2012-02-06T13:27:00.002-02:00</published><updated>2012-02-06T13:35:03.350-02:00</updated><title type='text'>Canto na Liturgia II</title><content type='html'>Sem muitos comentários, é necessário divulgar:&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://catholicum.wikia.com/wiki/Canto_lit%C3%BArgico"&gt;http://catholicum.wikia.com/wiki/Canto_lit%C3%BArgico&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.liturgia.pt/documentos/canto.php"&gt;http://www.liturgia.pt/documentos/canto.php&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.meritocat.com.br/site/?p=701"&gt;http://www.meritocat.com.br/site/?p=701&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.salvemaliturgia.com/2009/04/o-canto-na-missa-segundo-as-normas-do.html"&gt;http://www.salvemaliturgia.com/2009/04/o-canto-na-missa-segundo-as-normas-do.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/sagradaliturgia/liturgia-musica"&gt;https://sites.google.com/site/sagradaliturgia/liturgia-musica&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://musicasacra.com/"&gt;http://musicasacra.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.promusicasacra.org.br/coral.html"&gt;http://www.promusicasacra.org.br/coral.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://ars-the.blogspot.com/2010/12/musica-sacra-servico-da-verdade.html"&gt;http://ars-the.blogspot.com/2010/12/musica-sacra-servico-da-verdade.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://associacaodeadoradores.blogspot.com/2011/10/por-que-musica-sacra-esta-em-crise.html"&gt;http://associacaodeadoradores.blogspot.com/2011/10/por-que-musica-sacra-esta-em-crise.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6441191022404255259?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6441191022404255259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2012/02/canto-na-liturgia-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6441191022404255259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6441191022404255259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2012/02/canto-na-liturgia-ii.html' title='Canto na Liturgia II'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-9208938084360146118</id><published>2011-09-26T08:15:00.004-03:00</published><updated>2011-09-26T08:28:27.427-03:00</updated><title type='text'>Os Anjos de Deus</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_QbgYI4TJz6w/SSQSJKhHdqI/AAAAAAAABsk/htFJH_eZXJ4/s400/1108ASynaxisAngels.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 315px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_QbgYI4TJz6w/SSQSJKhHdqI/AAAAAAAABsk/htFJH_eZXJ4/s400/1108ASynaxisAngels.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Achei esse artigo interessante, informativo e completo. Por isso tomei a iniciativa de reproduzi-lo na íntegra. Parabéns aos irmãos da Igreja Ortodoxa pela excelente redação!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os anjos de Deus eram celebrados pelos homens desde os tempos mais remotos mas essa celebração era freqüentemente transformada em uma divinização dos anjos (II Rs 23:5). Os heréticos teciam todo tipo de fábulas a respeito dos anjos. Alguns deles viam os anjos como deuses; outros, apesar de não considerá-los deuses, os chamavam de criadores de todo o mundo visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Concílio Local de Laodicéia (quatro ou cinco anos anterior ao Primeiro Concílio Ecumênico) rejeitou a adoração dos anjos enquanto deuses e estabeleceu uma veneração adequada aos anjos no seu Trigésimo Quinto Cânone. No século quarto, durante o tempo de Silvestre, Papa de Roma e, Alexandre, Patriarca de Alexandria, a atual festa do Arcanjo Miguel e todos os outros poderes celestes foi instituída a ser celebrada no mês de novembro. Por que precisamente em novembro? Porque novembro é o nono mês após março, e março é considerado como sendo o mês em que o mundo foi criado. Também, enquanto nono mês após março, novembro foi escolhido para representar as nove ordens angélicas a serem criadas primeiramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Dionísio Aeropagita, um discípulo do Apóstolo São Paulo (que foi levado até ao terceiro céu), descreveu essas nove ordens angélicas em seu livro, Sobre as Hierarquias Celestes, como se segue: os Serafins de seis asas, Querubins com muitos olhos, Tronos Teóforos, Domínios, Poderes, Virtudes, Principados, Arcanjos e Anjos. O líder to todo exército dos anjos é o Arcanjo Miguel. Quando Satanás, Lúcifer, se afastou de Deus e levou consigo parte dos anjos para a destruição, Miguel se levantou e exclamou perante os anjos fiéis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"Estejamos atentos! Permaneçamos em pé! Permaneçamos em temor!''&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;e todo exército dos anjos fiéis exclamaram :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;``Santo! Santo! Santo! Senhor Deus de Sabaoth! O Céu e a terra estão cheios da Tua glória!''&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A respeito do Arcanjo Miguel, veja Josué 5:13-15 e Judas 1:9. Entre os anjos reina uma perfeita unidade da mente, unidade de alma e, de amor. As ordens inferiores mostram total obediência às ordens superiores, e todas juntas à santa vontade de Deus. Toda nação tem seu anjo guardião, assim como todo Cristão. Devemos sempre nos lembrar que tudo o que fazemos, abertamente ou em segredo, fazemos na presença do nosso anjo da guarda. No dia do Temível Julgamento, a multidão dos exércitos dos santos anjos celestes se reunirá ao redor do trono de Cristo e, as obras, palavras e pensamentos de todo homem serão revelados perante todos. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos salve pelas orações do Arcanjo Miguel e de todos os poderes incorpóreos. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 204, 51);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A Sagrada Escritura testemunha clara e irrefutavelmente que os anjos se comunicam incessantemente com este mundo. A Sagrada Escritura e a Santa Tradição da Igreja Ortodoxa nos ensinam os nomes dos sete líderes dos poderes angélicos: Miguel, Gabriel, Rafael, Uriel, Salatiel, Jegudiel e Baraquiel (um oitavo, chamado Jeremiel, é algumas vezes incluído). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Miguel", na língua hebraica, significa "Quem é como Deus?" ou "Quem é igual a Deus?" São Miguel tem sido representado desde os mais antigos tempos cristãos como um comandante, que segura em sua mão direita uma lança com a qual ataca Lúcifer, satanás, e em sua mão esquerda um ramo verde de palmeira. No topo da lança há um laço de linho com uma cruz vermelha. O Arcanjo Miguel é especialmente considerado como o Guardião da Fé Ortodoxa, e um combatente contra as heresias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Gabriel" significa "Homem de Deus" ou "Poder de Deus". Ele é o arauto dos mistérios de Deus, especialmente da Encarnação de Deus e de todos os outros mistérios relacionados a ela. Ele é representado da seguinte maneira: em sua mão direita ele leva uma lanterna com uma vela acesa dentro, e na mão esquerda leva um espelho de jaspe verde. O espelho simboliza a sabedoria de Deus como um mistério escondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Rafael" significa "A cura de Deus" ou "Deus, o Médico" (Tobias 3:17, 12:15). Rafael é representado levando Tobias (que carrega um peixe apanhado no rio Tigre) em sua mão direita, e segurando um jarro de alabastro de médico em sua mão esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uriel" significa "Fogo de Deus", ou "Luz de Deus" (III Esdras 3:1, 5:20). Ele é representado segurando uma espada contra os persas em sua mão direita, e uma chama flamejante em sua mão esquerda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Salatiel" significa "Intercessor de Deus" (III Esdras 5:16). Ele é representado com seu rosto e olhos voltados para baixo, segurando as mãos contra o peito, em oração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Jegudiel" significa "Glorificador de Deus". Ele é representado segurando uma coroa de ouro em sua mão direita e um chicote de três pontas em sua mão esquerda. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Baraquiel" significa "Bênção de Deus". Ele é representado segurando uma rosa branca contra seu peito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Jeremiel" significa "Exaltação de Deus". Ele é venerado como um inspirador e despertador de pensamentos exaltados que elevam o homem a Deus (III Esdras 4:36).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://ortodoxia-brasil.blogspot.com/2008/11/comemorao-dos-santos-arcanjos-e-anjos.html"&gt;Comemoração dos Santos Anjos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-9208938084360146118?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/9208938084360146118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/09/os-anjos-de-deus-eram-celebrados-pelos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9208938084360146118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9208938084360146118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/09/os-anjos-de-deus-eram-celebrados-pelos.html' title='Os Anjos de Deus'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_QbgYI4TJz6w/SSQSJKhHdqI/AAAAAAAABsk/htFJH_eZXJ4/s72-c/1108ASynaxisAngels.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-478058245397203448</id><published>2011-09-08T00:33:00.002-03:00</published><updated>2011-09-08T00:37:50.123-03:00</updated><title type='text'>Santo Isidoro de Sevilha</title><content type='html'>&lt;img src="file:///tmp/moz-screenshot.png" alt="" /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Isidoro de Sevilha&lt;/b&gt; (em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_castelhana" title="Língua castelhana"&gt;castelhano&lt;/a&gt;: &lt;i&gt;San Isidoro de Sevilla&lt;/i&gt;; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim" title="Latim"&gt;latim&lt;/a&gt;: &lt;i&gt;Sanctus Isidorus Hispalensis&lt;/i&gt;) (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartagena_%28Espanha%29" title="Cartagena (Espanha)"&gt;Cartagena&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/560" title="560"&gt;560&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sevilha" title="Sevilha"&gt;Sevilha&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/4_de_Abril" title="4 de Abril" class="mw-redirect"&gt;4 de Abril&lt;/a&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/636" title="636"&gt;636&lt;/a&gt;) foi um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Te%C3%B3logo" title="Teólogo" class="mw-redirect"&gt;teólogo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tico" title="Matemático" class="mw-redirect"&gt;matemático&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutor_da_Igreja" title="Doutor da Igreja"&gt;doutor da Igreja&lt;/a&gt;, além de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquidiocese_de_Sevilha" title="Arquidiocese de Sevilha"&gt;arcebispo de Sevilha&lt;/a&gt;, considerado um dos grandes eruditos e o primeiro dos grandes compiladores &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia" title="Idade Média"&gt;medievais&lt;/a&gt;. A obra influenciou largamente toda a produção intelectual na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha" title="Espanha"&gt;Espanha&lt;/a&gt; medieval.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Isidoro nasceu na cidade de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartagena_%28Espanha%29" title="Cartagena (Espanha)"&gt;Cartagena&lt;/a&gt;, Espanha, de uma família influente que foi crucial para as manobras político-religiosas que levaram os reis &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Visigodos" title="Visigodos"&gt;visigodos&lt;/a&gt; a converter-se do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arianismo" title="Arianismo"&gt;arianismo&lt;/a&gt; ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo" title="Catolicismo"&gt;catolicismo&lt;/a&gt;. Diversos dos familiares foram canonizados; Isidoro sucedeu como bispo católico de Sevilha seu irmão &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leandro_de_Sevilha" title="Leandro de Sevilha"&gt;Leandro&lt;/a&gt;, o qual se opusera ao rei visigodo ariano &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leovigildo" title="Leovigildo"&gt;Leovigildo&lt;/a&gt;; seu irmão mais novo, Fulgêncio, também recebeu uma diocese no início do reinado do católico rei &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Recaredo_I" title="Recaredo I"&gt;Recaredo&lt;/a&gt;; e sua irmã, Florentina, tornou-se abadessa responsável por quarenta &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Convento" title="Convento"&gt;conventos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Escreveu a obra enciclopédica &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etymologiarum_Libri_XX" title="Etymologiarum Libri XX" class="mw-redirect"&gt;Etymologiarum Libri XX&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, compendiando vinte livros com os conhecimentos da época sobre artes e ciências, para ser ensinada na escola fundada por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leandro_de_Sevilha" title="Leandro de Sevilha"&gt;Leandro&lt;/a&gt;, bispo de Sevilha e irmão, dirigida também por este e que constituíu um importante centro cultural.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Obra monumental que organizou todo o conhecimento da época como um autêntico &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados" title="Banco de dados"&gt;banco de dados&lt;/a&gt;. Alguns livros desta obra debruçam-se sobre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina" title="Medicina"&gt;Medicina&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo_humano" title="Corpo humano"&gt;Corpo humano&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_Natural" title="História Natural" class="mw-redirect"&gt;História Natural&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diet%C3%A9tica" title="Dietética" class="mw-redirect"&gt;dietética&lt;/a&gt;. Inclui nos livros de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina" title="Medicina"&gt;Medicina&lt;/a&gt; uma visão geral e sistemática partindo da concepção da matéria através dos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_elementos" title="Quatro elementos"&gt;quatro elementos&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo" title="Fogo"&gt;Fogo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ar" title="Ar"&gt;Ar&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua" title="Água"&gt;Água&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra" title="Terra"&gt;Terra&lt;/a&gt;) que correspondem aos &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_humoral" title="Teoria humoral"&gt;quatro humores&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B%C3%ADlis_Amarela&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Bílis Amarela (página não existe)"&gt;Bílis Amarela&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sangue" title="Sangue"&gt;Sangue&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linfa" title="Linfa"&gt;Linfa&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=B%C3%ADlis_Negra&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Bílis Negra (página não existe)"&gt;Bílis Negra&lt;/a&gt;), e de cujo equilíbrio depende a saúde. As doenças agudas eram derivadas de um excesso de humor quente, enquanto as doenças crónicas resultavam de um desequilíbrio dos humores frios. Dedica um capítulo a doenças da pele, a remédios e a medicamentos. Os livros de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina" title="Medicina"&gt;Medicina&lt;/a&gt; descreviam instrumentos usados no tratamento das doenças, técnicas de flebotomia, clisteres e fórmulas farmacêuticas. Atribui assim um lugar de destaque à Medicina entre as artes liberais, o que conduziu a que o bispo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teodulfo_de_Orleans&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Teodulfo de Orleans (página não existe)"&gt;Teodulfo de Orleans&lt;/a&gt; a proclamasse como a oitava arte liberal, sendo digna de ser ensinada nas escolas monásticas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Isidoro escreveu sobre &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica" title="Matemática"&gt;matemática&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astronomia" title="Astronomia"&gt;astronomia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina" title="Medicina"&gt;medicina&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anatomia_humana" title="Anatomia humana"&gt;anatomia humana&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zoologia" title="Zoologia"&gt;zoologia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia" title="Geografia"&gt;geografia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meteorologia" title="Meteorologia"&gt;meteorologia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geologia" title="Geologia"&gt;geologia&lt;/a&gt;, mineralogia, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bot%C3%A2nica" title="Botânica"&gt;botânica&lt;/a&gt; e agricultura, não acrescentando nada de inovador ou original, não realizou qualquer experiência, não fez novas observações ou reinterpretações e não descobriu nada, mas a influência na Idade média e no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascimento" title="Renascimento"&gt;Renascimento&lt;/a&gt; foi grande.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Foi &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Canoniza%C3%A7%C3%A3o" title="Canonização"&gt;canonizado&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1598" title="1598"&gt;1598&lt;/a&gt;, e em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1722" title="1722"&gt;1722&lt;/a&gt; o papa &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inoc%C3%AAncio_XIII" title="Inocêncio XIII" class="mw-redirect"&gt;Inocêncio XIII&lt;/a&gt; o declarou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutor_da_Igreja" title="Doutor da Igreja"&gt;Doutor da Igreja&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;fonte: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilha"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-478058245397203448?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/478058245397203448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/09/santo-isidoro-de-sevilha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/478058245397203448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/478058245397203448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/09/santo-isidoro-de-sevilha.html' title='Santo Isidoro de Sevilha'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5596681324429575851</id><published>2011-08-29T23:57:00.001-03:00</published><updated>2011-08-29T23:59:30.754-03:00</updated><title type='text'>São Cesário de Arles</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#009acd;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.cancaonova.com/portal/canais/santodia/santos/bycod/000237.jpg" alt="São Cesário de Arles" border="1" height="140" hspace="5" vspace="0" width="130" align="left" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt; Os santos, como ninguém, entenderam que a Graça do Cristo que quer santificar a todos, é sempre a mesma, na eficiência, abundância e liberalidade. Cesário de Arles foi um destes homens que se abriu ao querer de Deus, e por isso como Bispo tornou-se uma personalidade marcante do seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cesário nasceu na França em 470, e ao deixar sua casa entrou para o mosteiro de Lérins, onde se destacou pela inteligência, bom humor, docilidade e rígida penitência, que mais tarde acabou exigindo imperfeitamente dos monges sob sua administração. Diante dos excessos de penitências, Cesário precisou ir se tratar na cidade de Arles - Sul da França- local do aprofundamento dos seus estudos e mais tarde da eleição episcopal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Cesário de Arles, até entrar no Céu com 73 anos de idade, ocupou-se até o fim com a salvação das almas e isto fazia, concretamente, pela força da Palavra anunciada e escrita, tornando-se assim o grande orador popular do Ocidente latino e glória para a vida monástica. Já que escreveu duas Regras monásticas. Em tudo buscava comunicar a ortodoxia da Fé e aquilo que lutava para viver com o Espírito Santo e irmãos, por isto no campo da moral cristã, Cesário de Arles salientava o cultivo da justiça, prática da misericórdia e o cuidado da castidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    São Cesário de Arles, rogai por nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://www.cancaonova.com/portal/canais/santodia/index.php?mes=08&amp;amp;dia=30"&gt;Canção Nova&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#009acd;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5596681324429575851?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5596681324429575851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/08/sao-cesario-de-arles.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5596681324429575851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5596681324429575851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/08/sao-cesario-de-arles.html' title='São Cesário de Arles'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-7580585975609056681</id><published>2011-06-20T23:35:00.003-03:00</published><updated>2011-06-20T23:40:02.501-03:00</updated><title type='text'>Das Cartas de Santo Atanásio (sec. IV), bispo e doutor da Igreja:</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;em style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Não   devemos perder de vista a tradição, a doutrina e a fé da Igreja   católica, tal como o Senhor ensinou, tal como os apóstolos pregaram e os   Santos Padres transmitiram. De fato, a tradição constitui o alicerce  da  Igreja, e todo aquele que dela se afasta deixa de ser cristão e não   merece mais usar este nome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Ora,   a nossa fé é esta: cremos na Trindade santa e perfeita, que é o Pai, o   Filho e o Espírito Santo; nela não há mistura alguma de elemento   estranho; não se compõe de Criador e criatura; mas toda ela é potência e   força operativa; uma só é a sua natureza, uma só é a sua eficiência e   ação. O Pai cria todas as coisas por meio do Verbo, no Espírito Santo; e   deste modo, se afirma a unidade da Santíssima Trindade. Por isso,   proclama-se na Igreja um só Deus, que reina sobre tudo, age em tudo e   permanece em todas as coisas (cf. Ef 4,6). Reina sobre tudo como Pai,   princípio e origem; age em tudo, isto é, por meio do Verbo; e permanece   em todas as coisas no Espírito Santo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;São   Paulo, escrevendo aos coríntios acerca dos dons espirituais, tudo   refere a Deus Pai como princípio de todas as coisas, dizendo: Há   diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de   ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um   mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos (lCor 12,4-6).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;Os   dons que o Espírito distribui a cada um vêm do Pai por meio do Verbo.   De fato, tudo o que é do Pai é do Filho; por conseguinte, as graças   concedidas pelo Filho, no Espí­rito Santo, são dons do Pai. Igualmente,   quando o Espírito está em nós, está em nós o Verbo, de quem recebemos o   Espírito; e, como o Verbo, está também o Pai. Assim se cumpre o que  diz a  Escritura: Eu e o Pai viremos a ele e nele faremos a nossa morada  (Jo  14,23). Pois onde está a luz, aí também está o esplendor da luz; e  onde  está o esplendor, aí também está a sua graça eficiente e  esplendorosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:small;"&gt;São   Paulo nos ensina tudo isto na segunda Carta aos coríntios, com as   seguintes palavras: A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a   comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós (2Cor 13,13). Com   efeito, toda a graça que nos é dada em nome da Santíssima Trindade, vem   do Pai, pelo Filho, no Espírito Santo. Assim como toda a graça nos vem   do Pai por meio do Filho, assim também não podemos receber nenhuma  graça  senão no Espírito Santo. Realmente, participantes do Espírito  Santo,  possuí­mos o amor do Pai, a graça do Filho e a comunhão do mesmo   Espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-7580585975609056681?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/7580585975609056681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/06/das-cartas-de-santo-atanasio-sec-iv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7580585975609056681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7580585975609056681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/06/das-cartas-de-santo-atanasio-sec-iv.html' title='Das Cartas de Santo Atanásio (sec. IV), bispo e doutor da Igreja:'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5502878252151122014</id><published>2011-06-04T14:26:00.010-03:00</published><updated>2011-06-05T18:51:59.416-03:00</updated><title type='text'>“Cantos Gregorianos”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em nome do grupo que dirijo, agradeço o elogio feito na carta do dia 19.05.2011, enviada por um leitor ao Jornal de Piracicaba quanto ao nosso trabalho, que intitulou de “cantos gregorianos”. Mas, é necessário esclarecer alguns pontos, mostrar quem somos, relembrar os fatos na linha do tempo que ficaram obscuros na carta do citado dia, e mostrar qual nosso trabalho atual. &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; O Schola Cantorum Sancte Michael Archangele surgiu em 2007, formado por um grupo de pessoas que queriam simplesmente se reunir, cantar e estudar o canto gregoriano. Como tenho formação para tal fim, propus também estudarmos o canto bizantino, tão próximo do gregoriano e “irmão” litúrgico.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; O grupo vem se apresentando em toda a região, e a apresentação mais marcante foi aquela intitulada “Sacro e Profano” em 2007, na sala 2 do Teatro Municipal, com a participação do grupo Zorbás de dança e música grega e do coro Caneva, de Santa Olímpia. Além dessa apresentação, tivemos a honra de sermos convidados para participar do espetáculo “Mistura Fina”, sob a direção de Carlos ABC, no aniversário de trinta anos do Teatro Municipal Dr. Losso Neto (2008).  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; O coral passou por modificações, pois, até então, estava aberto à entrada de novos membros, homens e mulheres, sem formação musical. Porém, a partir desse ano, só são aceitos novos coralistas se tiverem mínima noção de teoria musical, pois estamos em fase de depuração de repertório para projetos maiores em 2012, incluindo a polifonia renascentista e barroca.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;  Esclarecendo, a Missa das 18h na Catedral deixou de ser da catequese das crianças desde a saída do Pe. Otto (2005), quando D. Fernando, atual Bispo Diocesano, assumiu a Igreja em Piracicaba. O Monsenhor Jamil, que assumira a catedral naquela época, nos convidou para cantar nesse horário, que ficou com deficiência de animação litúrgica, por haver falta de pessoas que assumissem com certa frequência essa atividade em 2007. Nós só aceitamos o convite definitivamente em 2008. Bom lembrar que nesse mesmo ano, um dos nossos membros foi assassinado, e, em 2009 a missa das 18h deixou de existir. Aceitamos os convites feitos por diversas denominações religiosas, cristãs ou não. Porém, só cantamos nas paróquias católicas se, e somente se houver o aval do pároco local e do Bispo Diocesano, por obediência a esses superiores. Logo, do final da catequese de crianças até nossa primeira participação na catedral decorreram pelo menos três anos, e, só cantamos com a permissão desses superiores. Devo lembrar também que já  fui membro de várias catequeses e pastorais, diocesanas e em nivel de  regional da CNBB (Sul I).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Este ano (2011) o grupo se apresentou na Virada Cultural Paulista, e em várias igrejas e salas de concerto daqui e da região. Não houve muita divulgação nesses últimos eventos, pois parece que há certo receio e preconceito por parte de algumas pessoas em ouvir esse gênero musical. Enfoco que nosso trabalho é fazer música, estritamente, pois estamos ligados à Escola de Música de Piracicaba Maestro Ernst Mahle (EMPEM), onde leciono, com total apoio da direção da escola e do Instituto Educacional Piracicabano (IEP), ligado à Igreja Metodista.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Concluindo, realmente, creio que seja pesado demais para as crianças ouvirem canto gregoriano. Elas muitas vezes ouvem e formam seus gostos com outros gêneros musicais, que são mais atraentes e aceitáveis, comerciais. Não deveriam ouvir esse gênero milenar!!! Quem sabe, talvez um dia pudessem apreciar, se souberem que a música cristã tem uma Tradição, particularmente a música católica romana, cuja cultura milenar foi transformadora e precursora da música e da educação musical no ocidente. Não se deve esquecer da imensa contribuição que a música teve com as tradições das diversas confissões que surgiram logo após a Reforma Protestante, ricas e dignas de estudo e resgate por nosso grupo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv995387194western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Concordo, com a atual situação nas missas e cultos, acho melhor ouvir “batidão” ou “Heavy Metal do Senhor”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5502878252151122014?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5502878252151122014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/06/cantos-gregorianos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5502878252151122014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5502878252151122014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/06/cantos-gregorianos.html' title='“Cantos Gregorianos”'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-4433190300510099296</id><published>2011-03-16T22:52:00.003-03:00</published><updated>2011-03-16T23:02:01.993-03:00</updated><title type='text'>Música da Renascença e do Barroco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Precursores do Renascimento à Música Barroca&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o que há de diferente na música barroca é útil ter uma ideia básica da música renascentista. Embora haja concordância com alguns termos, principalmente aqueles empregados na arte e na literatura, os limites exatos dos períodos não coincidem totalmente. O Renascimento é difícil de definir, pois ocorreu em tempos e lugares diferentes na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na história da música, a Renascença é pensada a partir dos meados do século XV até o século XVI, com certa imprecisão. Tais datas estimadas são complexas, se levar em conta o dado geográfico. Como a música renascentista foi inicialmente um fenômeno do norte da&lt;br /&gt;Europa, o barroco começa primeiramente na Itália. Esse tênue limite é que define os dois períodos, pois são distintos. Logo, é possível observar um pouco da mudança estética do Renascimento ao Barroco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Polifonia Renascentista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Música Renascentista é caracterizada pela "polifonia de vozes iguais", onde uma textura complexa de diferentes vozes cria uma peça contínua, harmoniosa. Nesse caso, o termo "vozes" não está ligado somente a cantores individuais, mas a diferentes linhas musicais (soprano, contralto, tenor e baixo, por exemplo). Os compositores desse período baseiam suas composições nos oito modos eclesiásticos, que são essencialmente as escalas com padrões de tons inteiros e semitons, que contem os modos que usamos ainda hoje (maior e menor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os principais compositores dessa época estão Guillaume Dufay, Josquin Desprez, e Pierluigi di Palestrina, esse últmo, o mais famoso. Suas composições eram concentradas na criação de costura entre as partes, texturas musicais elegantes que obedeciam as regras restritas do contraponto, tambem focalizando na expressividade de emoções e ideias. Com isso, essa música torna-se bela, comovente, beleza abstrata das relações musicais e capaz de transmitir emoção ou sentimento além do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo, o moteto "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0QipoTdSDx8"&gt;Flores rosarum Nuper est locus iste terribilis"&lt;/a&gt;, de Dufay. Ele foi composto para a dedicação da cúpula do Duomo de Florença (1436). As proporções entre as partes formam um cânone muito complexo, cuja estrutura é 6:4:3:2, as proporções do Templo de Salomão e, as mesmas proporções do Duomo. Essa relação não é "ouvida", mas, é uma referência simbólica, intelectual, da composição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiram tambem&lt;br /&gt; &lt;a href="http://abrancoalmeida.com/2011/02/26/alessandro-striggios-missa-ecco-si-beato-giorno-in-40-and-60-parts/"&gt;Missa de Alessandro Striggio “Ecco si Beato Giorno”&lt;/a&gt; em 40 e 60 partes&lt;br /&gt; &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Renaissance_music"&gt;Música da Renascença&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptação de&lt;a href="http://www.fathom.com/course/10701021/session1.html"&gt; Music From the Renaissance and Baroque&lt;/a&gt;, por Susanne Dunlap&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-4433190300510099296?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/4433190300510099296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/03/musica-da-renascenca-e-do-barroco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4433190300510099296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4433190300510099296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/03/musica-da-renascenca-e-do-barroco.html' title='Música da Renascença e do Barroco'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-8248149839192617602</id><published>2011-03-08T21:28:00.005-03:00</published><updated>2011-03-11T16:53:38.398-03:00</updated><title type='text'>Sobre a Quaresma</title><content type='html'>&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Como a Quaresma inicia nesta quarta-feira, pensei que deveria continuar a colocar aos leitores e seguidores algumas considerações sobre esse período de recolhimento e meditação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt; Jejum e abstinência&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;A Quaresma é tradicionalmente uma época de jejum e abstinência. Evidentemente, as obrigações que cercam esse momento tem sido muito relaxadas no Ocidente nas últimas décadas. Mas, a flexibilização da obrigação não significa que não há valor ainda em optar por prosseguir com essas práticas. Na verdade, fora da saúde e da idade, não há nada para evitar que se considere a prática do jejum e da abstinência devocional.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;Uma forma comum e popular de abstinência quaresmal é a abstenção de alguns alimentos, que particularmente você desfrutaria durante todo o período da Quaresma - uma prática que vale a pena. Além desta, existem outras manifestações que poderíamos considerar, em especial, no que se refere ao jejum. Por exemplo, pode-se evitar comer entre as refeições durante o período da Quaresma, ou pode-se optar por assumir o rigor do jejum da quaresma e da disciplina tradicional da abstinência. Pelo menos, os dias da Quaresma podem proporcionar uma boa oportunidade para observar a disciplina de jejum e abstinência a eles associados.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Ofício Divino, Lectio Divina e leitura do Martirológio Romano&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;O Ofício Divino, cantado ou recitado, oferece um bom caminho, uma forma litúrgica de unir-se ao ritmo e progressão do tempo da Quaresma. A Quaresma é um bom momento para começar a estabelecer essa rotina diária,  excelente momento para orar com a voz da Igreja, com o Proprio do Tempo que a Igreja nos apresenta, e com os Salmos, Cânticos e as Escrituras em geral. Muitos manifestam o desejo de tornar esse um hábito particular de oração, enquanto outros têm comentado pessoalmente sobre o seu imenso valor espiritual em suas vidas.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;A Lectio Divina, ou a leitura lenta, meditativa e orante da Sagrada Escritura, é definida por quatro aspectos:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;lectio: leitura lenta de algumas passagens da Sagrada Escritura;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;meditatio: meditação sobre o que foi lido;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;oratio: oração a Deus;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;contemplatio: a adoração em silêncio e contemplação da presença de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;O Papa Bento XVI comentou no passado que ele acredita que essa prática tem o potencial de trazer para a Igreja "uma nova primavera espiritual".&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A leitura do &lt;a href="http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_academies/cult-martyrum/martiri/"&gt;Martirológio Romano&lt;/a&gt; apresenta-nos os atos heróicos e os sofrimentos dos mártires cristãos, que, por certo, é pertinente à medida que trazem à mente a Paixão de Cristo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Outras Leituras Espirituais&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;Enquanto a Lectio Divina ou a leitura da Sagrada Escritura em geral, deve ter uma consideração particular para nós na área da leitura espiritual, evidentemente, existem outros escritos espirituais, que têm certamente o seu mérito. Certamente uma direção espiritual para essas leituras é mais que bem-vinda, e, claro, cantar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="western"&gt;Saudações.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Adaptação de &lt;a href="http://www.newliturgicalmovement.org/2011/03/some-lenten-considerations.html"&gt;Some Lenten Considerations&lt;/a&gt;, por Shawn Tribe&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Veja tambem: &lt;a href="http://paulodiasnogueira.blogspot.com/2011/03/outros-tipos-de-jejum-vamos.html"&gt;Outros tipos de jejum&lt;/a&gt;, por Pr. Paulo Nogueira&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-8248149839192617602?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/8248149839192617602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/03/sobre-quaresma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8248149839192617602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8248149839192617602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/03/sobre-quaresma.html' title='Sobre a Quaresma'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-3928944303866713559</id><published>2011-01-24T20:57:00.005-02:00</published><updated>2011-01-24T21:15:04.222-02:00</updated><title type='text'>Anima Christi</title><content type='html'>Recebi recentemente esse conteúdo por email. Achei interessante repassar no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Origem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta famosa oração apareceu na primeira metade do século XIV e foi enriquecida com indulgências pelo Papa João XXII em 1330.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se tem certeza sobre a autoria, tal vez seja do próprio João XXII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, é geralmente atribuída a Santo Inácio de Loyola (1491-1556, muito posteior) pois o grande santo colocava-a sempre no início de seus “Exercícios Espirituais” e referia-se com freqüência a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto mais antigo foi achado no British Museum de Londres datado de 1370.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Avignon, França, conserva-se um livo de orações do Cardeal Pedro de Luxemburgo falecido em 1387. Nele encontra-se o Anima Christi na forma que o rezamos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta oração era tão famosa no tempo de Santo Inácio que o santo a citava como sendo conhecida por todos. Cfr. verbete ANIMA CHRISTI, na &lt;a href="http://www.newadvent.org/cathen/01515a.htm"&gt;Enciclopedia Católica (em inglês)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Texto     &lt;a href="http://cid-f71dc7b42be6098c.office.live.com/self.aspx/.Public/Canto%20Gregoriano/Anima%20Christi.mp3"&gt;Música&lt;/a&gt;       &lt;a href="http://cid-f71dc7b42be6098c.office.live.com/self.aspx/.Public/Canto%20Gregoriano/Missa%2028%2006.pdf"&gt;Partitura&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;: está no meio do repertório da missa...&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Latim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anima Christi, sanctifica me.&lt;br /&gt;Corpus Christi, salve me.&lt;br /&gt;Sanguis Christi, inebria me.&lt;br /&gt;Aqua lateris Christi, lava me.&lt;br /&gt;Passio Christi, conforta me.&lt;br /&gt;O bone Iesu, exaudi me.&lt;br /&gt;Intra tua vulnera absconde me.&lt;br /&gt;Ne permittas me separari a te.&lt;br /&gt;Ab hoste maligno defende me.&lt;br /&gt;In hora mortis meae voca me.&lt;br /&gt;Et iube me venire ad te,&lt;br /&gt;ut cum Sanctis tuis laudem te&lt;br /&gt;in saecula saeculorum.&lt;br /&gt;Amen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Português&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alma de Cristo, santifica-me&lt;br /&gt;Corpo de Cristo, salva-me&lt;br /&gt;Sangue de Cristo, extasia-me&lt;br /&gt;Água que vem de Cristo, lava-me&lt;br /&gt;Paixão de Cristo, conforta-me&lt;br /&gt;Ó bom Jesus, escuta-me&lt;br /&gt;Entre tuas feridas, esconde-me&lt;br /&gt;Não permitas que me separe de ti&lt;br /&gt;E dos exércitos do maligno, defende-me&lt;br /&gt;E na hora da Morte, chama-me&lt;br /&gt;E deixa-me ir a ti&lt;br /&gt;e com teus santos, te louvar&lt;br /&gt;Pelos séculos dos séculos&lt;br /&gt;Amém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Talvez não haja entre todas as orações compostas por mente de homem, uma que supere o “Anima Christi”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em deliciosa intimidade, em confiante e terníssimo respeito, em clareza de sentido e esplêndida riqueza de substância, só conheço, que se lhe iguale, a Salve Rainha e “Memorare”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Compõe-se o “Anima Christi” de doze súplicas que podemos dividir em duas parte bem distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nas sete primeiras, o fiel cristão considera o Corpo e Alma de Nosso Senhor Jesus Cristo, aproxima-se dEle tão e tão de perto, que se tem a impressão de sentir o próprio calor do Corpo Divino, de tocar real e verdadeiramente nossos lábios penitentes, nas dulcíssimas chagas do Redentor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quando imagino São Francisco de Assis, na famosa visão em que o Crucificado o abraçou, imagino-o balbuciando em êxtase, uma a uma, as sete primeiras súplicas do Anima Christi, e não se fartando de as repetir durante todo o tempo que durou a glória e a doçura do divino amplexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Na segunda parte da prece, a alma já não está de pé, abraçada ao Redentor. Cessou o êxtase, e o fiel está ao pé da Cruz, exprimindo seus últimos e mais ardentes anelos numa humildade divina, como Maria, depois de se ter apartado a angélica visitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que quer dizer "Sangue de Cristo inebria-me"? A sagrada Comunhão, como Sangue de Cristo, dá-nos uma lucidez por onde a nossa alma fica elevada muito além das realidades comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário da embriaguez do vinho que nos leva para um irreal de mentira, a embriaguez do Espírito Santo nos leva para o auge da posse da verdade, o auge do conhecimento da verdade revelada, da religião. Essa é a casta embriaguez do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqua lateris Christi, lava me”: aquela água do lado de Cristo que correu por ocasião da Paixão dEle, que caia sobre nós para nos lavar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os senhores conhecem a piedosa tradição de que o centurião (Longinos) que perfurou Nosso Senhor era quase cego, tinha uma vista muito curta e que aquele Sangue jorrou, aquela água caiu sobre ele e curou-o da cegueira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bonita coisa para pedir para nós:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu sou quase cego para as coisas de Deus; eu ouço as coisas de Deus e não sei bem o que dizer a respeito delas, não as vejo bem. Meu Deus, que vosso sangue, a água do vosso lado, que está aqui, está em mim, que essa água de vosso lado caia sobre mim e que ela me tire as escamas de minha vista. Por Nossa Senhora eu vos peço, atendei a minha oração”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitem e visitem virtualmente o &lt;a href="http://www.360tr.com/kudus/kiyamet_eng/index.html"&gt;Santo Sepulcro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Saudações!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-3928944303866713559?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/3928944303866713559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/01/anima-christi.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/3928944303866713559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/3928944303866713559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2011/01/anima-christi.html' title='Anima Christi'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6655235836989288210</id><published>2010-07-02T10:46:00.008-03:00</published><updated>2010-07-02T13:03:43.937-03:00</updated><title type='text'>Canção a duas vozes - Bicinium</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na música da Renascença e do Barroco Antigo, bicinium (pl. bicinia) era uma composição para somente duas vozes, especialmente com finalidade pedagógica. A composição pedagógica similar para três vozes é conhecida como tricinium (pl. tricinia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo teve dois usos na história da música:&lt;br /&gt;1. Recentemente, começou a significar qualquer composição criada nos períodos da Renascença ou Barroco Antigo para duas partes instrumentais ou vocais.&lt;br /&gt;2. Historicamente, bicinium referia especificamente à composição a duas partes usadas como ferramenta de ensino, mais frequentemente nas áreas Protestantes de língua germânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denominação para esse tipo de composição foi usada primeiramente na Polônia, por Janz Lublina, em um tratado de 1540.  A utilidade das bicinia como auxílio didático se tornava aparentemente maior,  logo, volumes de bicinia foram  publicados nas décadas seguintes na Alemanha, nos Países Baixos, e mais frequentes na Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, Martinho  Lutero expressou fortemente que as crianças deveriam aprender tanto música e os salmos: as bicinia com textos em alemão a partir dos Salmos preenchiam esse objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudantes aprendiam canto por meio de uma das partes do dueto, mais facilmente do que dentro de um conjunto maior. Usualmente, a peça bicinium era designada para ser cantada ou tocada por estudantes de mesma idade e habilidade, ainda que para o estudante sozinho e seu professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse modelo de estudo a duas vozes, escrito, e cantado a três partes e ampliado a mais partes foi adotado por Heinrich Glarean em seu Dodecachordon (1547), um dos mais influentes tratados pedagógicos de teoria musical da Renascença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma similar, os estudantes tipicamente aprendem contraponto primeiro escrevendo em duas partes, e então mais tarde em três, só partindo para quatro ou mais depois de dominar os estagios iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais sobre o assunto:&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://www.bicinium.info/"&gt;Bicinum Homepage&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://www.thefreelibrary.com/Bicinia+seu+duarum+vocum+cantiones+aliquot+sacrae-a020582745"&gt;Bicinia seu duarum vocum cantiones aliquot sacrae.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://www.serpentpublications.org/wordpress/?page_id=146"&gt;Serpent publications&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6655235836989288210?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6655235836989288210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/07/cancoes-duas-vozes-bicinium-pl-bicinia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6655235836989288210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6655235836989288210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/07/cancoes-duas-vozes-bicinium-pl-bicinia.html' title='Canção a duas vozes - Bicinium'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-1812059682116281704</id><published>2010-05-22T00:57:00.004-03:00</published><updated>2010-05-22T01:26:49.938-03:00</updated><title type='text'>Pentecostes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S_dX6ROhuCI/AAAAAAAAAHc/QYx2RPKfo3c/s1600/pentecostes.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 380px; height: 285px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S_dX6ROhuCI/AAAAAAAAAHc/QYx2RPKfo3c/s400/pentecostes.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473940530660489250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="file:///C:/Users/ANTNIO%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /&gt;Pentecostes é o nome da festa do antigo calendário bíblico, (Ex 23,14-17; 34,18-23). Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, a celebração da Colheita ou Pentecostes era agrícola, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos. A celebração foi levada para o culto, no Templo de Jerusalém, justificada por muitos relatos bíblicos. Porém, esses não revelam a ordem do culto com clareza, sendo possível levantar alguns passos da ação litúrgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Ex 23,16 é referida como Festa da Colheita ou Sega (hag haqasir), por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada. A duração de sete semanas (hag xabu´ot) dessa festa também rendeu o nome (Festa das Semanas). Seu início se dá cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada, e seu encerramento com a colheita do trigo (Dt 34,22; Nm 28,26; Dt 16,10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a entrega dos primeiros frutos (yom habikurim) a festa foi conhecida por se tratar da entrega de oferta voluntária a Deus dos frutos da terra colhidos naquele período (Nm 28.,6). A oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na Páscoa entregava-se uma ovelha nascida naquele ano,  na Festa da Colheita ou Semanas entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento houve a influência da cultura helênica. Os nomes hebraicos foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois da Páscoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16,9), com o devido respeito ao direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23,22; Dt 16,11). Prosseguia a cerimônia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23,17). O terceiro momento da festa era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23,21), por se tratar da reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16,11). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, por ser um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Novo Testamento, temos relatos de dois Pentecostes, um descrito por S. Lucas  (At 2), e outro no Evangelho segundo S. João (Jo 20, 22), onde a narrativa diz que Jesus soprou sobre os Apóstolos, dizendo: "recebei o Espírito Santo".  O Pentecostes joanino acontece no próprio dia de Páscoa no cenáculo, após a Ressurreição. Esse relato antecipa o Pentecostes relatado por S. Lucas nos Atos, ocorrido cinqüenta dias depois, no dia de Pentecostes judeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato das duas descrições sobre a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos foi notado desde muito cedo pelos Padres da Igreja. Santo Agostinho refere-se a ele e explica: o dom do Espírito Santo, no dia da Páscoa, foi como que uma primícia, um dom parcial e restrito aos Apóstolos. O dom mais completo e universal teria sido concedido cinqüenta dias depois. Por outro lado, os dois relatos corresponderiam a dois modos diversos de conceber e apresentar o dom do Espírito Santo. Lucas e João descrevem o mesmo e fundamental evento da história da salvação, isto é, a efusão do Espírito Santo tornada possível pela Ressurreição de Cristo, porém, de dois ângulos diferentes e com duas preocupações teológicas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento claro destas duas ocasiões temporais distintas, em que os Apóstolos receberam o Espírito Santo (Jo 20,22; At 2,1-4), não deve ser problema para conceber a essência de Pentecostes como batismo do Espírito. A verdade é que nos Atos se descrevem também dois Pentecostes, e não apenas um. Logo depois do primeiro Pentecostes universal (At 2, 1-4) se relata um segundo Pentecostes (At 4,31): “tinham acabado de rezar, quando o lugar em que se encontravam reunidos estremeceu e todos ficaram cheios do Espírito Santo, começando a anunciar a palavra de Deus com desassombro”.  Outras descrições de batismos do Espírito Santo se encontram em Atos, já não sobre os Apóstolos, mas sobre outros: o batismo da Samaria (At 8,17), o batismo de Cornélio (At 10,44-46), o batismo de Éfeso (At 19,6).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-1812059682116281704?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/1812059682116281704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/05/pentecostes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1812059682116281704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1812059682116281704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/05/pentecostes.html' title='Pentecostes'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S_dX6ROhuCI/AAAAAAAAAHc/QYx2RPKfo3c/s72-c/pentecostes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-530115474557948105</id><published>2010-05-11T22:39:00.001-03:00</published><updated>2010-05-11T22:41:54.014-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S-oG4LeoHMI/AAAAAAAAAHU/qNRojL_BuFw/s1600/pentecostes+-+cartaz.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S-oG4LeoHMI/AAAAAAAAAHU/qNRojL_BuFw/s400/pentecostes+-+cartaz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470192259618577602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-530115474557948105?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/530115474557948105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/05/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/530115474557948105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/530115474557948105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2010/05/blog-post.html' title=''/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/S-oG4LeoHMI/AAAAAAAAAHU/qNRojL_BuFw/s72-c/pentecostes+-+cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2838274853887185826</id><published>2009-12-25T23:04:00.000-02:00</published><updated>2009-12-25T23:05:21.334-02:00</updated><title type='text'>O mistério da Epifania, segundo Santo Agostinho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Vejam! O Criador do ser humano se fez homem para que, Aquele que governa do mundo sideral, se alimentasse de leite; para que o Pão tivesse fome; para a Fonte tivesse sede, a Luz adormecesse, o Caminho se fatigasse na viagem, a Verdade fosse acusada por falsos testemunhos, o Juiz dos vivos e dos mortos fosse julgado por um juiz mortal, a Justiça fosse condenada pelos injustos, a Disciplina fosse açoitada com chicotes, o Cacho de uvas fosse coroado de espinhos, o Alicerce fosse pendurado no madeiro; para que a Virtude se enfraquecesse, a Saúde fosse ferida e morresse a própria Vida” (Sermão 191,1: PL 38,1010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dialética, Santo Agostinho quer que os cristãos subam do temporal ao eterno, do mundo visível ao invisível: «Jesus jaz no presépio, mas leva as rédeas do governo do mundo; toma o peito, e alimenta aos anjos; está envolto em panos, e veste a nós de imortalidade; está mamando, e o adoram; não encontrando lugar na pousada, fabrica seus templos nos corações dos crentes. Para que se fortalecesse a debilidade, se debilitasse a fortaleza... Assim, acendemos nossa caridade para que alcancemos a sua eternidade». (Sermo 190,4: PL 38,1009).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maravilha em maravilha, de paradoxo em paradoxo, Santo Agostinho retorna sempre à humildade de Deus, motivo de tanto escândalo para os pagãos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A humildade é ela mesma que se lança ao rosto dos pagãos. Por isso nos insultam e dizem: Que Deus é esse que adorais? Um Deus que nasceu? Que Deus adorais? Um Deus que foi crucificado? A humildade de Cristo desagrada aos soberbos; mas se a ti, cristão, agrada, imita-a; se a imitas, não trabalharás, porque Ele disse: Vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados». (Enarrat. in ps. 93,15: PL 37,1204).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina da humildade é a grande lição do mistério de Belém: «Considera, homem, o que Deus se fez por ti; reconhece a doutrina de tão grande humildade mesmo em uma criança que não fala» (Sermo 188, 3: PL 38,1004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntamente com o Filho de Deus e sua Mãe sempre virgem, no presépio agostiniano está presente a Igreja, ou a humanidade inteira que salta de júbilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos deve contagiar a alegria do nascimento: «Saltem de júbilo os homens, saltem de júbilo as mulheres; Cristo nasceu varão e nasceu de mulher, e ambos os sexos são honrados nEle. Pulai de prazer, santos meninos, que escolhestes principalmente a Cristo para imitar no caminho da pureza; brincai de alegria, virgens santas; a Virgem deu à luz para vós para desposar-vos com Ele sem corrupção. Dai mostras de júbilo, justos, porque é o natalício do Justificador. Fazei festas vós os fracos e enfermos, porque é o nascimento do Salvador. Alegrai-vos, cativos; nasceu vosso redentor. Alvoroçai-vos, servos, porque nasceu o Senhor. Alegrai-vos, livres, porque é o nascimento do Libertador. Alegrem-se os cristãos, porque nasceu Cristo» (Sermo 184,2: PL 38,996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria, pois, tem uma expressão de transbordamento incontido no presépio de Santo Agostinho para todo tipo de pessoas. Toda a humanidade participa desta alegria: «Todos os graus dos membros fiéis contribuíram para oferecer à Cabeça o que por sua graça puderam levar» (Sermo 192,2: PL 38,1012).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o nome de Epifania seja reservado hoje para a festividade dos Magos, inicialmente compreendia as duas festas do nascimento e da adoração dos Magos, porque os «dois dias pertencem à manifestação de Cristo» (Sermo 204,1: PL 38,1037). Primeiro se manifestou visivelmente em sua carne aos judeus, e logo a seguir aos gentis, representados pelos Magos do Oriente. Desde então, o recém nascido começou a ser pedra angular da profecia onde se juntavam as duas paredes, os judeus e os gentis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes paradoxos de Belém continuam neste mistério: «Quem é este Rei tão pequeno e tão grande, que não abriu ainda a boca na terra, e está já proclamando editos no céu?» (Sermo 199,2: PL 38,1027). O mistério do Menino Deus se enriquecia de novas luzes: «Jazia no presépio, e atraia aos Magos do Oriente; se ocultava em um estábulo, e era dado a conhecer no céu, para que por meio dele fosse manifestado no estábulo, e assim este dia se chamasse Epifania, que quer dizer manifestação; com o que recomenda sua grandeza e sua humildade, para que quem era indicado com claros sinais no céu aberto, fosse buscado e encontrado na “angustura” do estábulo, e o impotente de membros infantis, envolto em panos infantis, fosse adorado pelos Magos, temido pelos maus» (Sermo 220,1: PL 38,1029).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2838274853887185826?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2838274853887185826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/o-misterio-da-epifania-segundo-santo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2838274853887185826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2838274853887185826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/o-misterio-da-epifania-segundo-santo.html' title='O mistério da Epifania, segundo Santo Agostinho'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-8541578712942033927</id><published>2009-12-25T22:37:00.002-02:00</published><updated>2009-12-25T22:42:11.935-02:00</updated><title type='text'>Santa Teofania de Nosso Senhor Jesus Cristo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto os fiéis de tradição constantinopolitana como os de tradição romana conservaram, para o dia 6 de janeiro, uma festa cristológica muito antiga, a primeira em que se sintetizavam todos os mistérios do Senhor ao manifestar-se ao mundo. Mas quando no século IV, a data do nascimento do Senhor foi colocada no dia 25 de dezembro, por iniciativa romana, e logo em seguida aceita também pelos orientais, o conteúdo da festa do 6 de janeiro se diversificou. Para os católicos latinos o dia 6 de janeiro é o dia da Epifania, a manifestação de Cristo «luz das nações» considerada a partir da vinda dos Reis Magos em Belém. Esse evento, para os cristãos bizantinos, está incluído na comemoração global do dia 25 de dezembro. Ao passo que no dia 6 de janeiro eles celebram a «Santa Teofania» do Deus que se encarnou. É a segunda manifestação do Salvador, no início de sua vida pública, por ocasião do seu batismo no rio Jordão, que se deu num contexto trinitário, em que Deus Pai fez ouvir sua voz e o Espírito Santo apareceu em forma de pomba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um dia em que os catecúmenos recebiam solenemente o batismo, como na Páscoa. Os textos litúrgicos da festa da Teofania resumem bem os mistérios fundamentais da fé cristã: encarnação do Verbo, com muitas alusões ao nascimento, e a unidade de Deus na Trindade. Os textos do Próprio são abundantes, também porque a pré-festa começa no dia 2 de janeiro e a pós-festa prolonga-se até o dia 14 do mesmo mês. O tropário principal, por isso o mais repetido, assim reza:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em teu batismo no Jordão, Senhor,&lt;br /&gt;foi manifestada a adoração da Trindade;&lt;br /&gt;pois a voz do Pai te testemunhou&lt;br /&gt;ao chamar-te Filho bem-amado;&lt;br /&gt;e o Espírito, em forma de pomba,&lt;br /&gt;confirmou a verdade dessa palavra.&lt;br /&gt;ó tu, que manifestaste e iluminaste o mundo,&lt;br /&gt;Cristo Deus, glória a ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O kondakion da festa, também ele muito repetido, é de Romanós, o Melode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, Senhor, te manifestaste ao universo,&lt;br /&gt;e tua luz brilhou sobre nós;&lt;br /&gt;reconhecendo-te, a ti cantamos:&lt;br /&gt;vieste, apareceste, o luz inacessível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manifestação, a Teofania, ocorreu nas águas do Jordão na hora em que Cristo foi batizado; é o que confirma também o ícone da festa, no qual vemos Cristo Jesus, despido das vestes habituais, imerso na água. À sua direita vemos João Batista, humildemente curvado, que por obediência lhe dá o batismo. A cena de fundo mostra um deserto estilizado com uma amostra de vegetação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado oposto estão uns anjos, atônitos, considerando o admirável evento. Suas mãos estão encobertas pelas extremidades dos mantos, sinal de respeito habitual, nesse caso também sinal de disponibilidade em servi-lo quando sair das águas. No alto do ícone, além do nome "Teofania do nosso Salvador Jesus Cristo," escrito em caracteres abreviados, notamos um semicírculo que indica os céus abertos e do qual desce um raio que, após a figura da pomba, torna-se tríplice, clara alusão à Trindade. No nimbo cruciforme do Cristo notam-se as três letras gregas significando «Aquele que é».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos aos textos litúrgicos nos quais encontramos a explicação da festa. Num dos textos das Vésperas, São João Damasceno (†749) afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querendo salvar o homem perdido, Senhor Deus,&lt;br /&gt;não desdenhaste assumir a forma de um escravo,&lt;br /&gt;pois a ti convinha assumir a nossa natureza em nosso favor.&lt;br /&gt;De fato, enquanto eras batizado na carne, ó Libertador,&lt;br /&gt;nos tornavas dignos do perdão.&lt;br /&gt;A ti clamamos, pois:&lt;br /&gt;Benfeitor, Cristo nosso Deus! Glória a ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Cosme de Maiúma (†760), no Cânon Matutino explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O Senhor que tira a impureza dos homens, purificando-se por eles no Jordão, fez-se voluntariamente semelhante a eles, permanecendo contudo o que era; e ilumina os que estão nas trevas, porque recobriu-se de glória.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E evoca o ensinamento profético:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Isaías proclama: Lavai-vos, purificai-vos, despojai-vos da vossa malícia perante o Senhor; vós que tendes sede aproximai-vos da água viva. Cristo de fato vos asperge com a água renovando os que se aproximam com fé, e batiza no Espírito para a vida eterna.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, nas Laudes, assim se expressa o Patriarca Germano (†733):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz da luz, Cristo nosso Deus,&lt;br /&gt;resplandece ao mundo;&lt;br /&gt;Deus se manifesta, povos, adoremo-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser batizado no Jordão, Salvador nosso,&lt;br /&gt;santificaste as águas,&lt;br /&gt;aceitando a imposição das mãos de um servo,&lt;br /&gt;e sanaste as paixões do mundo.&lt;br /&gt;Grande é o mistério da tua economia!&lt;br /&gt;Senhor, amigo dos homens, glória a ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira luz apareceu e a todos ilumina.&lt;br /&gt;Cristo, superior a toda pureza, é batizado conosco;&lt;br /&gt;infunde a santidade&lt;br /&gt;na água que se torna purificação para as nossas almas.&lt;br /&gt;Tudo o que vemos é terrestre,&lt;br /&gt;tudo o que contemplamos é mais sublime que os céus.&lt;br /&gt;Mediante a ablução vem a salvação,&lt;br /&gt;mediante a água vem o Espírito,&lt;br /&gt;mediante a descida na água vem a nossa subida a Deus.&lt;br /&gt;Admiráveis são tuas obras, Senhor! Glória a ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cerimônia muito antiga, a bênção da água, caracteriza a festa do dia 6 de janeiro. Após o ofício das Vésperas, ou depois da Liturgia eucarística, celebrantes e fiéis dirigem-se a um curso de água, uma fonte, ou então a uma bacia de água colocada no meio da igreja, enquanto o coro canta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do Senhor ecoa sobre as águas dizendo:&lt;br /&gt;Vinde, recebei todos do Cristo que se manifestou:&lt;br /&gt;o Espírito de sabedoria, o Espírito de inteligência,&lt;br /&gt;o Espírito do temor de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acrescenta o tropário da festa. Seguem as leituras bíblicas, entre as quais Mc. 1:9-11, uma longa prece litânica, na qual se pede também para que a água sirva para a cura da alma e do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdote acrescenta uma antiga e longa oração e mergulha por três vezes a cruz na água dizendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu mesmo, Senhor,&lt;br /&gt;santifica agora esta água com o teu Santo Espírito.&lt;br /&gt;Concede a todos aqueles que a usam&lt;br /&gt;a santificação, a bênção, a purificação e a salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água é bebida em parte pelo povo e, com ela, o sacerdote asperge os fiéis e suas casas. Aqui não se trata da bênção da água para o batismo, embora se encontrem referências bíblicas comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema do Cristo, luz do mundo, que insistentemente aparece nos textos litúrgicos da festa, explica o porquê da denominação «Festa das luzes» dado às vezes a essa solenidade. Nela vibra também um sentido cósmico: «Hoje resplandece toda a criação...» «as criaturas celestes fazem festa unidas às terrestres...» e o convite se estende até nós, para que possamos tomar parte na alegria do mundo redimido e iluminado pelo nosso Senhor Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«O ANO LITÚRGICO BIZANTINO»&lt;br /&gt;Madre Maria Donadeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conferir:&lt;br /&gt;http://www.ecclesia.com.br/Biblioteca/liturgia/doze_festas_teofania.html&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-8541578712942033927?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/8541578712942033927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/santa-teofania-de-nosso-senhor-jesus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8541578712942033927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8541578712942033927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/santa-teofania-de-nosso-senhor-jesus.html' title='Santa Teofania de Nosso Senhor Jesus Cristo'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-334724243816326069</id><published>2009-12-25T22:29:00.001-02:00</published><updated>2009-12-25T22:31:42.612-02:00</updated><title type='text'>Sermão de Natal - São Pedro Crisólogo (P.L. 52, 585-588)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seríamos levados antes a adiar nosso sermão, tal a sublimidade e o mistério do nascimento de Cristo. A Virgem deu à luz; quem o explicará? O Verbo se fez carne; quem explanará este mistério? Se o Verbo de Deus vagiu na boca de uma criança, como poderá falar dele o homem cheio de imperfeição? Mas como a estrela iluminou os magos em busca da Luz, assim a palavra do pregador deve dar a conhecer a seus ouvintes o nascimento de Deus, a fim de se regozijarem com o encontro de Cristo e, mais que perscrutarem seus divinos segredos, honrarem com dádivas o Menino-Deus. Orai, irmãos meus, para que se digne crescer, pouco a pouco, em minha palavra, aquele que aceitou crescer num corpo como o nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evangelista diz ter o anjo falado assim: "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus". Não temas, Maria. E por quê? Porque achaste graça. Temer não é próprio de quem recebe, - é próprio de quem perde. Recebeste, concebendo, a graça do divino germe, e não perdeste o brilho de tua virgindade, ao entregá-la à luz. "Não temas, Maria". Que pode temer a que concebe a segurança do mundo, a alegria dos séculos? Temor não existe, onde se trata de algo divino, não humano; onde há consciência de virtude, não de impureza. Que pode temer a mãe daquele a quem temem até os que infundem temor? Que pode temer aquela cujo assessor é o juiz da própria causa, e que tem sua integridade como testemunho de sua inocência? "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Virgem acolheu em seu seio o Verbo divino, o qual, desde a eternidade, coexistia com Deus. Fez-se grandioso templo da Divindade, ela, morada humilde e humana. Aquele que não podia ser contido na pequenez do corpo humano, ia-lo na estreiteza do ventre virginal. "Eis que conceberás no ventre". Bastaria ter dito: "conceberás "; por que acrescentou: "no ventre"? Para indicar ser real a concepção, não aparente; para atestar que o nascimento seria real, não fictício; para demonstrar que assim como Cristo, enquanto Deus, procede do verdadeiro Deus, enquanto homem tem um corpo que é fruto bendito da verdadeira concepção. É, pois, herético afirmar que Cristo tomou um corpo etéreo e apenas tenha aparentado a forma de homem. "Eis que conceberás no ventre e darás à luz um filho, ao qual chamarás Jesus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em hebraico, "Jesus" significa "Salvador". Com razão, pois, tudo está salvo na Virgem, quando ela gerou o Salvador de tudo. "chama-lo-ás Jesus". Porque com este nome é adorada a majestade augusta da divindade; todos os que habitam os céus, os que povoam a terra, os que gemem nas profundezas do inferno prosternam-se ante esse nome e o adoram. Ouvi as palavras do Apóstolo: "Ao nome de Jesus se dobrará todo joelho, no céu, na terra e nos infernos" 1. É o nome que deu vista aos cegos, ouvido aos surdos, curou os coxos, deu fala aos mudos, vida aos mortos, libertou os possessos do demônio. Mas se o nome é tão sublime, quanto não o será o poder de seu dono? O mesmo anjo diz quem seja aquele que detém esse nome: "Ele será chamado Filho do Altíssimo". Vede: o que a Virgem concebe não é germe da terra, mas do céu. A Virgem deu à luz e seu filho é o Filho de Deus! Portanto, os que pretendem encontrar algo de apenas humano nesse nascimento estão injuriando ao Altíssimo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E o Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai, e reinará eternamente na casa de Jacó, e seu reino não terá fim". São palavras que o herege procura toldar em favor de seu erro. "Eis, diz aqui, é o anjo quem fala: o Senhor Deus lhe dará... Então, não é maior aquele que dá do que aquele que recebe? E o que recebe, acaso já possuía o que recebe?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, porém, irmãos, escutemos tais palavras do anjo, não como os pérfidos hereges, mas como verdadeiros fiéis; sejam-nos fundamento para a fé, não pretexto para o erro. "O Senhor Deus lhe dará". Que Deus? O próprio Verbo, que era, no princípio, Deus 2. A quem dará? Ao que se fez carne e habitou entre nós. Ouçamos ao Apóstolo, que diz: "Deus estava em Cristo, reconciliando o mundo consigo" 3. Consigo, não com outro. Portanto, Deus, que estava em Cristo, se dava a si mesmo o reino, em Cristo, conferindo ao corpo assumido o que desde sempre possuía na divindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dar-lhe-á o Senhor Deus a sede de Davi seu pai". Veja-se: quando recebe, chama-se filho de Davi; quando dá, Filho de Deus. Ele mesmo disse: "tudo o que o Pai tem é meu" 4. De onde, pois, vem essa necessidade de receber, se existe a posse de tal poder? "Tudo o que o Pai tem é meu". Quem recebe o que já é seu? Porventura é graça de um doador aquilo que o receptor já possui? Confessemos que houve um receptor, mas foi o que nasceu, o que assumiu a carne e a infância, o que sofreu o presépio e os trabalhos da vida, o que sentiu fome e sede, o que não fugiu às injúrias, o que subiu à cruz e padeceu a morte, o que ingressou no sepulcro; a este atribui, ó herege, a recepção de algo! Por que pensas que Deus despreza receber a honra, se recebeu injúrias? Pensas que lhe aborrece receber do Pai um reino, ele que dos inimigos recebeu afrontas e até a morte? Herege, tudo o que é injúria, temporal, recebido, tudo o que importa diminuição e inclui a morte, entende não dizer respeito à divindade e sim ao corpo! Assim não farás injúria ao Filho, não colocarás distâncias na Trindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltemos ao nosso tema: "Dar-lhe-á o trono de Davi seu pai". Aquele, pois, que no céu se assenta junto do Pai, na terra recebe o trono de Davi. Aquele que reinou sempre, reina com relação a nós, na herança de Davi, que assume para sempre. Alegremo-nos, amados irmãos, pois quem é, em si, o Rei, se digna reinar em nós. Regozijemo-nos, pois vem reinar na terra a fim de que nós possamos reinar no céu. Sim, escutai o Apóstolo: "se com ele sofrermos, cem ele reinaremos" 5. Nasceu para nós e vem a nós precisamente para isso: para nos dar um reino! Ele mesmo o prometeu, com as palavras: "Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a origem do mundo" 6. Preparado para vós, disse ele, não para mim. Virá para ficar sempre entre nós, para estar sempre ante nossos olhos aquele que agora só está em nosso coração. Virá trazer a confiança de sua familiaridade aos que participarão de seu reino. "E seu reino não terá fim!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegrai-vos os que credes em sua vinda, porque vos prometeu um reino, onde os cargos são irremovíveis e as dignidades perpétuas. Quem não ambiciona o infinito? Quem prefere o perecível? Quem, comprando por ouro as honrarias passageiras, não deseja receber gratuitamente as eternas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos meus, trata-se aí de cargos, de postos, de dignidades, sim, mas se não se der crédito à verdade do Evangelho não se obterão tais prêmios eternos. Se nos agrada o serviço de Cristo, se aspiramos militar sempre sob as suas ordens, armemo-nos com as armas de Cristo, vigiemos, sejamos sóbrios, vençamos o demônio, detestemos os vícios. Para podermos alcançar os prêmios e coroas de Jesus Cristo nosso Senhor, que com o Pai reina agora e sempre, pelos séculos dos séculos. Amém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1] Fl 2, 11;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Jo 1, 1;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] 2Cor 5, 19;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Jo 17. 10;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] 2Tm 2, 12;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] Mt 25, 34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOMES, Cirilo Folch, OSB. Antologia dos Santos Padres. Coleção "Patrologia". Ed. Paulinas, São Paulo, 1985.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-334724243816326069?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/334724243816326069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/sermao-de-natal-sao-pedro-crisologo-pl.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/334724243816326069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/334724243816326069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/12/sermao-de-natal-sao-pedro-crisologo-pl.html' title='Sermão de Natal - São Pedro Crisólogo (P.L. 52, 585-588)'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-1888445768088661238</id><published>2009-11-10T01:20:00.003-02:00</published><updated>2009-11-10T01:27:10.809-02:00</updated><title type='text'>Advento, o novo que vem (III): A celebração do advento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tempo do Advento é para toda a Igreja momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de esperança, de estarmos vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado. Ao mesmo tempo, esta "espera" recebe os traços litúrgicos e de comportamento próprios de uma "vigília", a partir do impacto da expectativa das comunidades cristãs, essa relacionada à nova vinda de Cristo, à chegada do "Novo Céu e a Nova terra". Nesta época, temos conteúdos de fé e tradições cristãs que promovem a alegria, causada pelas dádivas de Deus relacionadas ao nascimento de Jesus e pela expectativa da ação salvadora plena que ainda vai chegar, como antecipação da grande alegria vindoura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Advento é um tempo apropriado para fomentar a construção da esperança, uma esperança que transcende os limites das necessidades materiais e imediatas, uma esperança que inclui uma visão de mundo, de tempo e espaço onde é possível a dignidade, a justiça, a paz e o amor, o equilíbrio da vida e da Criação de Deus. Para a construção desta esperança é necessário se re-elaborar e resistir aos apelos do consumo, próprios desta época, em que o comercio e outras ações típicas da sociedade de consumo são fortes, subvertendo os conteúdos e as tradições criadas em torno do Natal de Deus no mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus. Os paramentos litúrgicos (casula, estola, dalmática, pluvial, cíngulo, etc) são de cor roxa, bem como o véu que recobre o ambão, a bolsa do corporal e o véu do cálice; como sinal de recolhimento e conversão em preparação para a festa do Natal. A única exceção é o terceiro domingo do Advento, Domingo Gaudete ou da Alegria, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do Salvador que está bem próxima. Também os altares são ornados com rosas cor-de-rosa. O nome de Domingo Gaudete refere-se à primeira palavra do Intróito deste dia, que é tirado da segunda leitura que diz: "Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto"(Fl 4, 4). Também é chamado "Domingo Mediano", por marcar a metade do Tempo do Advento, tendo analogia com o quarto domingo do Tempo da Quaresma, chamado Laetare.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa. Uma das expressões desta alegria é o canto das chamadas "Antífonas do Ó". São sete antífonas especiais, cantadas com melodias gregorianas antes e depois do Magnificat nas Vésperas de 17 a 23 de dezembro. Foram compostas entre o VII e o VIII séculos, sendo um verdadeiro e admirável compêndio de cristologia da antiga Igreja, sendo um resumo expressivo do desejo de salvação de toda a humanidade, tanto de Israel no Antigo Testamento, como da Igreja no Novo Testamento. São orações curtas, dirigidas a Cristo, que resumem o espírito do Advento e do Natal. Expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, através da interjeição «Ó», a compreensão cada vez mais profunda de seu mistério e a súplica final urgente: «Vem, não tardes mais!». Aliás, todas as sete antífonas são súplicas a Cristo, a cada dia invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento, mas entendido na plenitude do Novo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;17 de dezembro: "O Sapientia" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Ó, Sabedoria, que saistes da boca do Altíssimo,&lt;br /&gt;e atingis até os confins de todo o universo&lt;br /&gt;e com força e suavidade governais o mundo inteiro:&lt;br /&gt;Oh, vinde ensinar-nos o caminho da prudência!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;18 de dezembro: "O Adonai" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó, Adonai, guia da casa de Israel,&lt;br /&gt;que aparecestes a Moisés na sarça ardente&lt;br /&gt;e lhe destes vossa lei sobre o Sinai:&lt;br /&gt;Vinde salvar-nos com o braço poderoso!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;19 de dezembro: "O Radix" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó Raiz de Jessé, ó estandarte,&lt;br /&gt;levantado em sinal para as nações!&lt;br /&gt;Ante vós se calarão os reis da terra,&lt;br /&gt;e as nações implorarão misericórdia:&lt;br /&gt;Vinde salvar-nos! Libertai-nos sem demora!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;20 de dezembro: "O Clavis" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó Chave de Davi, Cetro da casa de Israel,&lt;br /&gt;que abris e ninguém fecha,&lt;br /&gt;que fechais e niguém abre:&lt;br /&gt;Vinde logo e libertai o homem prisioneiro,&lt;br /&gt;que, nas trevas e na sombra da morte, está sentado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;21 de dezembro: "O Oriens"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó Sol nascente justiceiro, resplendor da Luz eterna:&lt;br /&gt;Oh, vinde e iluminai os que jazem entre as trevas&lt;br /&gt;e, na sombra do pecado e da morte, estão sentados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;22 de dezembro: "O Rex gentium" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó Rei das nações. Desejado dos povos:&lt;br /&gt;Ó Pedra angular, que os opostos unis:&lt;br /&gt;Oh! vinde e salvai este homem tão frágil,&lt;br /&gt;que um dia criastes do barro da terra!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;23 de dezembro: "O Emmanuel" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ó Emanuel: Deus-conosco, nosso Rei Legislador,&lt;br /&gt;Esperança das nações e dos povos Salvador:&lt;br /&gt;Vinde enfim para salvar-nos, ó Senhor e nosso Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Confira:&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://betus-pax.blogspot.com/2007/12/antfonas-do.html"&gt;http://betus-pax.blogspot.com/2007/12/antfonas-do.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Advento"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Advento&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.luteranos.com.br/3021/artigos/nota03.html"&gt;http://www.luteranos.com.br/3021/artigos/nota03.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.paginaoriente.com/advento/velasdoadvento.htm"&gt;http://www.paginaoriente.com/advento/velasdoadvento.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/news_services/liturgy/cap-mus-sistina/documents/index_inni_po.htm#Advento"&gt;http://www.vatican.va/news_services/liturgy/cap-mus-sistina/documents/index_inni_po.htm#Advento&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-1888445768088661238?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/1888445768088661238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-iii-celebracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1888445768088661238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1888445768088661238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-iii-celebracao.html' title='Advento, o novo que vem (III): A celebração do advento'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-1190237412373228230</id><published>2009-11-10T00:57:00.001-02:00</published><updated>2009-11-10T00:59:58.091-02:00</updated><title type='text'>Advento, o novo que vem (II): Teologia e Espiritualidade</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt;&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;u&gt;Teologia do advento&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15).&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Advento recorda também o Deus da Revelação. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;u&gt;Espiritualidade do advento&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo, mas que se consumará definitivamente na Parusia (volta) do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem, Senhor Jesus!&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo, não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, lutando incessantemente contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus e não dos bens terrenos. Pobreza que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;fonte:&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 	--&gt; 	&lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Advento"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Advento&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-1190237412373228230?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/1190237412373228230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-ii-teologia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1190237412373228230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1190237412373228230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-ii-teologia-e.html' title='Advento, o novo que vem (II): Teologia e Espiritualidade'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-3999932635643488589</id><published>2009-11-10T00:33:00.004-02:00</published><updated>2009-11-10T00:48:56.635-02:00</updated><title type='text'>Advento, o novo que vem (I)</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O que é &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Advento (do latim &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Adventus&lt;/span&gt;: "chegada", do verbo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Advenire&lt;/span&gt;: "chegar a") corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal no calendário religioso, sendo o primeiro tempo do Ano litúrgico. Para todos os cristãos, é tempo de preparação e alegria, de expectativa, de festejar o amor de Deus por nós, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. Por isso, é tempo de renovação, de voltar-nos para Deus, que nos ama e que está bem perto de nós; tempo de fé em coisas novas, novo céu e nova terra onde habita a justiça e a paz; tempo de limpeza e arrependimento, de opção por uma vida saudável em que sobra espaço para a solidariedade, a verdade, a paz e a comunhão; enfim, tempo da construção da esperança e da vida comunitária, rompendo nossos limites.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando começa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro Domingo de Advento é o início do calendário litúrgico da Igreja, que organiza e determina as comemorações, as celebrações, os conteúdos principais da vida cristã comunitária. Por ser o Advento o tempo que corresponde aos quatro domingos que antecedem o Natal, pode ter duração de 22 a 28 dias, dependendo do ano e, consequentemente, do dia da semana em que cai o 25 de dezembro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Onde começou a ser celebrado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as Igrejas Reformadas, como a Anglicana, a Luterana, a Metodista, entre outras. Tal entendimento essencial da dimensão escatológica na liturgia veio com os séculos no ocidente, o que levou a celebrar o Advento com os seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das quatro semanas. Já a Igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum em preparação ao Natal, cuja festa principal é celebrada com a Visita dos Reis Magos (Epifania), ou ainda, com o Batismo do Senhor. Essas três festas principais (Natal, Epifania e Batismo) formam o período litúrgico da Manifestação do Senhor (Epifania).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há relatos referentes ao Advento em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal, sendo alguns entre os séculos IV e VII. Na Espanha (380 D.C.), com o  Sínodo de  Zaragoza, encontrou-se a primeira referência ao "Tempo do Advento", que prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que também se celebrava o Natal. Já no final do século IV, tanto na Espanha como na Gália (atual França), o período tinha caráter ascético, com jejum, abstinência e duração de seis semanas, como na Quaresma (quaresma de S. Martinho), cujo ascetismo se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor, sendo então celebrado durante cinco domingos (Sacramentário Gelasiano).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-3999932635643488589?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/3999932635643488589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/3999932635643488589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/3999932635643488589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/11/advento-o-novo-que-vem-i.html' title='Advento, o novo que vem (I)'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-4854163392525055173</id><published>2009-10-07T00:47:00.002-03:00</published><updated>2009-10-07T00:57:20.318-03:00</updated><title type='text'>O Rosário</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. A palavra Rosário significa “Coroa de Rosas”. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que, cada vez que rezam uma Ave Maria, lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo, lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário a rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É uma prática de oração popular, que surgiu aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. A Oração Oficial da Igreja, conhecida como Liturgia das Horas ou Ofício Divino, é composta pelos salmos e outros textos bíblicos, e, rezada/cantada pelos monges. Já os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No ano 1365 fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Rosário é composto de dois elementos: oração mental e oração verbal. No Santo Rosário a oração mental consite na meditação sobre os principais  episódios da vida, morte e glória de Jesus Cristo e de sua Santíssima Mãe. A oração verbal consiste em recitar vinte dezenas (Rosário completo) ou cinco dezenas da oração Ave Maria, cada dezena iniciada por um Pai Nosso, enquanto meditamos sobre os Mistérios do Rosário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vale a pena ressaltar a inserção dos Mistérios da Luz, ou Luminosos, no início do Terceiro Milênio, por João Paulo II. Os mistérios acrescidos deixam mais precisa a meditação na História da Salvação, e, desvinculando certos mitos, muitos relacionados ao número de repetições das orações (15, no passado).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Existem adaptações de trechos gregorianos para os mistérios do rosário. São antífonas e hinos retirados do Liber Usualis, ou ainda do Gradual ou Antifonário. Elas estão coletadas no livro Cantus Selecti, editada pelo Mosteiro de Solesmes, porém, até o momento, sem a referência aos Mistérios Luminosos, pois foram criados após a edição desse livro. Uma tentativa de se adaptar o texto latino de certas antifonas e hinos ao tema dos Mistérios Luminosos será apresentada em 2010 pelo SCSMA. Neste ano, apresentamos em maio uma primeira versão do Rosário Gregoriano, não completa, e com a participação do coro Vox Cenaculi, dirigida pelo Frei Sérgio (OFM, Cap), do Seminário Seráfico São Fidélis (Piracicaba – SP).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="western"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Baseado em: &lt;a href="http://www.acidigital.com/rosario/"&gt;http://www.acidigital.com/rosario/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western"  style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sugestão: consultar os tópicos do site citado, principalmente os Documentos da Igreja sobre o Rosário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-4854163392525055173?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/4854163392525055173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/10/o-rosario_07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4854163392525055173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4854163392525055173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/10/o-rosario_07.html' title='O Rosário'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5518433340734654852</id><published>2009-09-29T10:37:00.017-03:00</published><updated>2009-09-29T12:26:40.608-03:00</updated><title type='text'>Santos Arcanjos (29.09)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SsIeGkGSLxI/AAAAAAAAAGo/4k4vci3Rfwg/s1600-h/7_archangels.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 257px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SsIeGkGSLxI/AAAAAAAAAGo/4k4vci3Rfwg/s320/7_archangels.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386901202406616850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Segundo a tradição cristã, os arcanjos são os mensageiros (em grego "angélos") de Deus das Boas Novas, pois nos ajudam a dar bom rumo e direção à nossa vida. Nas tradições rabínicas do Judaísmo e da Cabala, o número usual é sete: Miguel, Rafael, Gabriel, Uriel, Sariel, Raguel e Remiel (possivelmente o Ramiel do Apocalipse de Baruch). Essa festa é celebrada no dia 29 de setembro na Igreja Católica, com  Miguel, Rafael e Gabriel. No passado, os arcanjos tinham festas celebradas isoladamente: no dia 24 de outubro celebrava-se São Rafael; no dia 24 de março, São Gabriel; no dia 8 de maio, a aparição de São Miguel, na diocese de Benevento, Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Os anjos no Islã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Islamismo, os arcanjos são Miguel ou Mikail, Gabriel ou Jibril, Rafael ou Israfil e Azrael ou Azrail. Lúcifer era o líder de todos os anjos, mas perdeu sua posição durante a Criação por ter recusado a ordem de Deus de aceitar Adão (e o Homem) como um ser superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a religião islâmica, foi atribuída ao anjo Gabriel a missão de revelar o Corão ao profeta Maomé, o que teria ocorrido quando Maomé orava e meditava em uma montanha, em Meca. Com base nas revelações desse episódio,  Maomé teria começado sua saga de divulgação das obras de Deus,  divulgação essa que  se tornaria no Islamismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Hadith(الحديث), Israfil (árabe Rafael) é o anjo responsável por sinalar a vinda do Juízo Final soprando a corneta (Sûr) e enviando o "Sopro da Verdade". A Sûr será soprada duas vezes: da primeira virá o início do Juízo Final; da segunda, todas as almas serão chamadas a julgamento e interrogadas. Israfil não é nomeado no Qur'an, diferentemente de Jibrail e Mikail (Gabriel e Miguel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MIGUEL&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SsIfOmIxQpI/AAAAAAAAAGw/ojhNCx_u3L4/s1600-h/Archangels.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 227px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SsIfOmIxQpI/AAAAAAAAAGw/ojhNCx_u3L4/s320/Archangels.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386902439904494226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel (em hebraico: מִיכָאֵל, em grego: Μιχαήλ; em latim: Michael; em árabe: میکائیل) é o nome atribuído na Bíblia ao anjo, ou arcanjo, cuja posição é de líder dos exércitos celestiais, sendo um dos três anjos mencionados por nome na Bíblia, juntamente com Rafael, no livro de Tobias, e Gabriel no evangelho de S.Lucas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O significado do nome Miguel é motivo de debate. A maioria das denominações cristãs entendem que o nome deveria ser traduzido como pergunta: "Quem é como Deus?" ou "Quem é semelhante a Deus?". Outros defendem a afirmativa: "Aquele que é como Deus", argumentando que o sufixo "el", que significa "Deus", é usado em outros nomes bíblicos em forma de afirmação, tal como em Daniel ("Meu juiz é Deus"), Emanuel ("Connosco está Deus"), Ezequiel ("A força de Deus"), Samuel ("Nome de Deus") ou Gamaliel ("Recompensa de Deus").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Miguel é citado na Bíblia, como se nota a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Dn 10,13:  "O Príncipe do reino da Pérsia me resistiu durante vinte e um dias, mas Miguel, um dos primeiros príncipes, veio em meu auxílio"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Dn 10,21:  "Ninguém me presta auxílio para estas coisas senão Miguel, vosso Príncipe."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Dn 12,1:  "Nesse tempo levantar-se-á Miguel, o grande Príncipe, que se conserva junto dos filhos do teu povo. Será um tempo de tal angústia qual jamais terá havido até aquele tempo, desde que as nações existem. Mas nesse tempo o teu povo escapará, isto é, todos os que se encontrarem inscritos no Livro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* 1Ts 4,16:  "Quando o Senhor, ao sinal dado, à voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Jd 9:  "E, no entanto, o arcanjo Miguel, quando disputava com o diabo, discutindo a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a pronunciar uma sentença injuriosa contra ele, mas limitou-se a dizer: O Senhor te repreenda!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ap 12,7:  "Houve então uma batalha no céu: Miguel e seus Anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão batalhou, juntamente com seus Anjos, mas foi derrotado, e não se encontrou mais um lugar para eles no céu."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Miguel é citado várias vezes também nos livros apócrifos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;No livro de Enoque, Miguel é designado como o príncipe de Israel.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;No livro dos Jubileus, ele é retratado como o anjo que instruiu Moisés na Torá. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nos Manuscritos do Mar Morto é retratado lutando contra Beliel.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;RAFAEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael (do hebraico רָפָאֵל; em árabe: رافائيل; amárico: ሩፋዔል) é responsável por executar todos os tipos de cura, pois o significado de seu nome é "Deus cura" em hebraico, e sua etimologia tem reflexo na palavra correspondente a médico (Rophe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia cita o Arcanjo Rafael, no Antigo Testamento, no Livro de Tobias (presente somente no cânon Católico). Em  Tb 5,4 vemos o início das aparições de Rafael ao jovem Tobias: "(...)Tendo saído, deparou-se-he o anjo Rafael, sem demonstrar, todavia, ser um anjo de Deus" Já em Tb 6,3 vê-se porque a imagem esculpida pelos católicos mostra o arcanjo segurando um peixe, que tentou devorar Tobias. O anjo lhe ordenou que o dominasse para tirar-lhe o fel, o qual (Tb 6,11) é usado pelo arcanjo para curar o pai de Tobias, devolvendo-lhe a visão. No capítulo 12 desse mesmo livro, Rafael se dá a conhecer, se apresentando como anjo de Deus (Tb 12,15): "Eu sou Rafael, um dos sete santos anjos que assistem e têm acesso à majestade do Senhor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael não é mencionado no Novo Testamento, mas a tradição o identifica como o anjo da ovelha em Jo 5,2. Rafael também é figura proeminente nos costumes do Judaísmo, sendo ele um dos três anjos que visitaram Abraão antes da destruição de Sodoma e Gomorra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GABRIEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel (em hebraico גַּבְרִיאֵל; em latim Gabrielus; em grego Γαβριήλ; em árabe جبريل, ou جبرائيل,; "homem forte de Deus"), também conhecido como São Gabriel Arcanjo, é, nas religiões abraâmicas, o anjo que serve como mensageiro de Deus. Aparece pela primeira vez no Livro de Daniel, na Bíblia hebraica, além de ser considerado em algumas tradições como um dos arcanjos, noutras como anjo da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas duas passagens do Evangelho segundo Lucas, diversos cristãos e muçulmanos acreditam que Gabriel teria previsto os nascimentos de João Batista e Jesus. O islã, além disso, acredita que Gabriel teria sido o meio pelo qual Deus optou por relevar o Corão a Maomé, e que através dele teria enviado uma mensagem para a os profetas revelando-lhes suas obrigações. É conhecido como o chefe dos quatro anjos favorecidos, e o espírito da verdade, e em certas crenças seria uma personificação do Espírito Santo. Gabriel também é mencionado na fé Bahá'í, especificamente na obra mística de Bahá'u'lláh, Sete Vales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É citado várias vezes na Bíblia; foi ele que anunciou ao profeta Daniel a sucessão de potências mundiais, bem como a vinda do Messias (em hebraico Mashiah, em grego, Cristo, "Ungido"). Disse o profeta: "Apareceu Gabriel da parte de Deus e me falou: dentro de setenta semanas [de anos] (70 anos x 7, ou seja, 490 anos) aparecerá o Santo dos Santos." (Dn 9,24-26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao anjo Gabriel foi confiada a missão mais alta: anunciar o nascimento do Filho de Deus. Por isso, é muito admirado desde a antigüidade. O termo de apresentação quando apareceu a Zacarias para anunciar-lhe que ia ter por filho João Batista foi este: "Eu sou Gabriel, o que está na presença de Deus." (Lc 1,19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Lucas descreve: "Foi enviado por Deus o anjo Gabriel a uma cidade da Galiléia, a uma virgem chamada Maria, e chegando junto a ela, disse-lhe: "Salve Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo". Ela ficou confusa, mas disse-lhe o anjo: "Não tenhas medo, Maria, porque estais na graça do Senhor. Conceberás um filho a quem porás o nome de Jesus. Ele será filho do Altíssimo e seu Reino não terá fim".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;adaptação dos verbetes &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcanjo_Miguel"&gt;Miguel (arcanjo)&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_%28arcanjo%29"&gt;Rafael (arcanjo)&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriel_%28arcanjo%29"&gt;Gabriel (arcanjo)&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; do Wikipedia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5518433340734654852?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5518433340734654852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/09/santos-arcanjos-2909.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5518433340734654852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5518433340734654852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/09/santos-arcanjos-2909.html' title='Santos Arcanjos (29.09)'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SsIeGkGSLxI/AAAAAAAAAGo/4k4vci3Rfwg/s72-c/7_archangels.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-1692980736648863020</id><published>2009-09-05T00:31:00.004-03:00</published><updated>2009-09-05T00:47:02.197-03:00</updated><title type='text'>As tradições pré-gregorianas I: o repertório beneventano.</title><content type='html'>&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;As próximas postagens pretendem informar sobre as tradições de canto litúrgico pré-gregorianas. Não são fruto de estudo acadêmico aprofundado, mas sim de pesquisa inicial passível de questionamento e aprofundamento musicológico posterior. Servem também como um ponto de partida para uma reflexão sobre a validade dos repertórios litúrgicos em uso, bem como a criação e divulgação de repertórios locais. O Canto Gregoriano é considerado como o repertório oficial da Liturgia Romana, porém atualmente não descarta a presença e criação de repertórios locais. No passado essa influência tinha cunho político, ideológico. No presente, o seu resgate e o dos seus antecessores musicais locais parece ter um cunho artístico maior que litúrgico, por ser mais respeitado pelos estudiosos sem convicção ou prática religiosa que pelos detentores de tal tesouro cultural.&lt;/p&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; font-weight: bold;"&gt;O Repertório Beneventano  &lt;/p&gt;  &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;O repertório que podemos chamar “beneventano” é constituído da música litúrgica da Itália meridional latina, anterior à difusão do canto gregoriano. Tal música foi conservada nos manuscritos do principado longobardo de Benevento, e retratam antes de tudo a história dessa cidade. O canto beneventano tem sua origem provável na capital do principado da região longobarda meridional, na cidade de Benevento. Sua liturgia ressalta os santos longobardos, São Miguel Arcanjo no monte Gargano (local onde ocorreu a aparição do arcanjo), S. Mercúrio, aos Doze Irmãos, sepultados na Igreja de Santa Sofia, entre outros.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;Os documentos relativos ao canto beneventano correspondem ao momento de maior expansão do poder longobardo na região meridional italiana, datados até o séc. VIII. As semelhanças entre o canto beneventano e o canto milanês (ambrosiano) implicam numa antiga tradição longobarda, que se tornou  mais diversificada depois da queda do reino de Pavia sob Carlos Magno, em 774.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;O séc. VIII foi sem dúvida o ponto culminante do canto beneventano, o período no qual as últimas peças foram compostas, e no qual a liturgia beneventana e seu canto se difundiram numa área muito vasta, seja pelo prestígio político da sua capital, Benevento, seja pela autonomia que a igreja local manteve em relação a Roma.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;Os cronistas posteriores a esse período recordam com orgulho e nostalgia os grandes dias do príncipe-duque, Arechi II. Durante os séc. IX e X a diocese e seu bispo, e que depois se tornaria  arcebispo, cresceram pouco a pouco em poder, mas, com os contatos cada vez mais frequentes e as relações mais estreitas com Roma terminariam por levar ao desuso gradativo do canto local.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;Como aconteceu com muitos repertórios arcaicos, não se poderia gerar códigos autônomos de música beneventana anteriores àqueles do canto gregoriano. De fato, salvo raras exceções, essa música se manteve inserida nos livros de canto gregoriano dos séculos X e XI, nos quais o canto beneventano se escondeu ou se somou aos cantos gregorianos, cuja sucessiva e rápida afirmação não determinou o declínio definitivo dessa antiga tradição pré-gregoriana.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" align="JUSTIFY"&gt;O canto beneventano sobrevive hoje, em qualquer época do ano, só na cidade de Benevento, mais como um vestígio dos tempos passados. Os beneventanos durante o séc. XII conservaram algumas peças antigas, especialmente para a Semana Santa, mas, pouco a pouco se renderam à inevitável adoção do canto gregoriano, que se tornaria universal, terminando por calar momentaneamente o canto antigo beneventano, que se mantém somente como vaga memória daquele esplendor perdido.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Essa música tem seu estilo próprio, seu andamento rítmico, sua fraseologia, que distinguem dos outros exemplares de canto litúrgico. O valor próprio desse repertório consiste na sua simplicidade e regularidade. Ele contém também algumas potencialidades de resgatar em si as características dos repertórios mais “modernos”. Mas, ainda que cause fascínio pela sua simplicidade, muito há que se comparar da sua caracterização histórica e cultural.&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;(tradução livre de:  &lt;a href="http://www.comune.benevento.it/ComuneBN/ABC/immagini/locandine/locand08lucetempo02.htm"&gt;http://www.comune.benevento.it/ComuneBN/ABC/immagini/locandine/locand08lucetempo02.htm&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Ver também:&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=PZAX9SudIQwC&amp;amp;pg=PA246&amp;amp;lpg=PA246&amp;amp;dq=canto+beneventano+graduale&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=yPp3ifDPxf&amp;amp;sig=zrR4abkwLUdEtoYZdYF3oSqC80Y&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=BUygSovgLoaw8QaDh-3aDw&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7#v=onepage&amp;amp;q=canto%20beneventano%20graduale&amp;amp;f=false"&gt;Longobardia e longobardi nell'Italia meridionale: le istituzioni ...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por Giancarlo Andenna, Giorgio Picasso&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=hfA8AAAAIAAJ&amp;amp;pg=PA28&amp;amp;lpg=PA28&amp;amp;dq=benevento+gargano&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=wPLmVzBbMa&amp;amp;sig=5QmCOWWnmbwQL_JbpH00YDJD5mk&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ei=st2hSo3lEojSlAfZwoj1CA&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=11#v=onepage&amp;amp;q=benevento%20gargano&amp;amp;f=false"&gt;The Beneventan chant&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Por Thomas Forrest Kelly&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.santuariosanmichele.it/Inglese/index.php?page=sez&amp;amp;id_sez=14"&gt;Santuario di San Michele Archangelo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.enit.it/navgraficacomuni.asp?Lang=POR&amp;amp;ID=429"&gt;Turismo nas Regiões e províncias Italianas - Benevento/ Campanha&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-1692980736648863020?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/1692980736648863020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/09/as-tradicoes-pre-gregorianas-i-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1692980736648863020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1692980736648863020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/09/as-tradicoes-pre-gregorianas-i-o.html' title='As tradições pré-gregorianas I: o repertório beneventano.'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5389666574271640529</id><published>2009-08-28T22:03:00.003-03:00</published><updated>2009-08-28T22:13:10.089-03:00</updated><title type='text'>Liturgia das Horas como livro litúrgico e sua estrutura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;a href="http://www.mosteiro.org.br/Textos/VBeneditina/RB/RB_indic.htm"&gt;Regra de São Bent&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.mosteiro.org.br/Textos/VBeneditina/RB/RB_indic.htm"&gt;o&lt;/a&gt; é considerada a base para a formação do Oficio Divino. Quando este foi organizado para o uso na celebração comunitária foram necessários livros que contivessem textos determinados: o Saltério (para os salmos), o Antifonário (para as antífonas), o Hinário (para os hinos), o Lecionário (para as leituras), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a difusão da recitação privada, tornou-se clara a desvantagem da multiplicidade de livros, logo, reuniu-se os materiais em volumes isolados. No século XI surgiu volume único em que todos os textos necessários se encontravam compilados, abreviados: o Breviário. Ele era destinado à recitação privada, situações de viagem, ou semelhantes, conhecendo grande difusão com o aparecimento da imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reforma litúrgica tridentina consagrou-o como livro litúrgico para o Ofício Divino, e assim permaneceu até hoje. Mesmo com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II manteve a forma externa do livro litúrgico, modificando apenas o conteúdo. Denominado Breviário Romano (Breviarium Romanum) apresentava-se geralmente em quatro volumes, cada um destinado a uma determinada época do ano litúrgico. Em cada um destes volumes constam também as celebrações dos santos e outras que podem surgir em cada uma das épocas a que diz respeito determinado volume:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  1. Advento e Natal.&lt;br /&gt;  2. Quaresma, Tríduo pascal e Tempo pascal.&lt;br /&gt;  3. Semanas 1 a 17 do Tempo comum.&lt;br /&gt;  4. Semanas 18 a 34 do Tempo comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liturgia das Horas é estruturada com vários elementos retirados das Sagradas Escrituras, bem como da Tradição da Igreja. O elemento mais importante da Liturgia das Horas  é o Saltério, o livro dos Salmos, a que se juntam outras composições do mesmo gênero, também bíblicas, mas que não pertencem a ele, chamadas Cânticos. Dentre os cânticos bíblicos destacam-se os chamados cânticos evangélicos, por serem retirados do Evangelho: o Benedictus, o Magnificat e o Nunc Dimittis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os elementos que possuem origem bíblica e/ou da Tradição estão as antífonas. Elas são pequenas frases ditas antes e depois de cada salmo ou cântico., e normalmente destacam uma frase ou expressão do respectivo salmo ou cântico, ou inserem no sentido da festa do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hinos são composições poéticas não bíblicas, de tema cristão, utilizadas para enriquecer a Liturgia das Horas. Cada país tem normalmente os seus próprios hinos, que vão desde a antiguidade a composições contemporâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada hora litúrgica inclui uma leitura bíblica, que normalmente é longa no Ofício de Leitura e breve nas restantes horas. Já os Versículos e Responsórios, como as antífonas, são pequenas frases e servem para responder às leituras. Há o momento para as preces, súplicas e graças a Deus por diversas necessidades, utilizadas em Laudes e Vésperas, semelhantes à oração dos fiéis da Missa. Ainda semelhante à Santa Eucaristia, existem as Orações, de fórmula semelhante às orações presidenciais utilizadas na Missa, e que servem para concluir cada hora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5389666574271640529?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5389666574271640529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/liturgia-das-horas-como-livro-liturgico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5389666574271640529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5389666574271640529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/liturgia-das-horas-como-livro-liturgico.html' title='Liturgia das Horas como livro litúrgico e sua estrutura'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2485392058730567296</id><published>2009-08-26T00:30:00.002-03:00</published><updated>2009-08-26T00:52:17.807-03:00</updated><title type='text'>Oficio Divino: seus elementos centrais e espiritualidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Ofício Divino é o momento de oração, logo, de pausa, que é a sua essência. É necessário parar o que se faz para voltar a atenção a Deus, Senhor que está no trono e Senhor da Vida. Ao fazer isso,  se reconhece que Ele reina e que está no controle de tudo, principalmente da vida. É o momento em que centraliza-se todo pensamento em obediência a Cristo, disciplina-se a mente para se aquietar, sossegar, descansar em Deus.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Silêncio e o Recolhimento são disciplinas requeridas para esse exercício e  negligenciadas por muitos cristãos hoje em dia. Recolhimento é separar um tempo para estar a sós com Deus. Silêncio é a disciplina de fazer calar todas as vozes para ouvir a voz de Deus, contemplar. Estas são provavelmente as mais difíceis e menos praticadas disciplinas espirituais.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;No mundo conturbado de hoje algumas luzes testemunhais nos ajudam a compreender a necessidade de acalmar, recolher. Henri Nouwen (1932-1996) disse que sem o Recolhimento é quase impossível ter uma vida verdadeiramente espiritual. Ele considerado um dos mais profundos autores cristãos de nossa época, pois soube fazer notáveis pontes entre a espiritualidade e mística clássica com mundo contemporâneo, entre a vida de silêncio e oração e a prática de boas obras, entre a erudição e a piedade. Seus livros são resultado do compartilhar das suas experiências espirituais com o mundo,  abrindo-nos um novo horizonte para a vivência genuinamente cristã num mundo conturbado e caótico, integrando fé e vida, “percorrendo o caminho que conduz à sublime presença de Deus, e assim permanecermos na fé, na esperança e no amor." (Osmar Ludovico da Silva, diretor espiritual, teólogo).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;"É interessante o descobrimento por parte de muitos cristãos, principalmente no meio evangélico, de Henri Jozef Machiel Nouwen. Acredito que isso se dê pelo estado de aridez relacional que a técnica e a fórmula têm produzido entre os que buscam nas igrejas um autêntico relacionamento com Deus e com as pessoas, uma vez que boa parte da igreja chamada evangélica se debruçou sobre uma cartilha pragmática e performática . Ao contrário de uma teologia que disseca Deus, ou procura "enquadrá-lo" nas dimensões institucionais e não o traz para a intimidade cotidiana, Henri Nouwen tem se mostrado um mestre na espiritualidade cristã pois consegue conciliar teologia com devoção, conhecimento da história humana com compreensão dos feitos históricos de Deus na vida das pessoas; lucidez intelectual com uma compaixão simples e prática, destituída de preconceitos. Nouwen nos ajuda a compreender a ação pastoral a partir de Jesus num caminho que ele mesmo denomina descendente, ou seja, para baixo, para o serviço, para o porão do navio onde os remadores atuam e dificilmente são lembrados por quem está em cima, no convés. Em meio ao conflito de nossos corações pela busca da ascensão, da relevância e do sucesso a ser demonstrado, ele aponta um caminho inverso, o caminho da cruz, o caminho da simplicidade, o caminho da solitude, o caminho da compaixão; em outras palavras o caminho que Jesus de Nazaré trilhou." (Fernando César Oliveira, pastor).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A práxis do Ofício Divino implica na postura descrita por Nouwen na sua obra, principalmente na Leitura Bíblica, ou Lectio Divina. Nesse sentido, os Salmos eram a maior fonte de inspiração, conteúdo, o livro de oração por excelência dos judeus e cristãos primitivos. Nas Escrituras, Jesus cita mais Salmos do que em qualquer outra parte, talvez, com exceção ao livro de Isaías.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Para ler:  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.ftl.org.br/index.php?view=article&amp;amp;catid=35%3Aartigos-online&amp;amp;id=61%3Aespiritualidade-para-o-seculo-xxi-o-pensamento-de-henri-nouwen&amp;amp;option=com_content&amp;amp;Itemid=75"&gt;Espiritualidade para o século XXI: o pensamento de Henri Nouwen&lt;/a&gt;  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.henrinouwen.org/"&gt;Henry Nouwen Society&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Antônio Pessotti&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2485392058730567296?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2485392058730567296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/oficio-divino-seus-elementos-centrais-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2485392058730567296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2485392058730567296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/oficio-divino-seus-elementos-centrais-e.html' title='Oficio Divino: seus elementos centrais e espiritualidade'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-1252714223248902789</id><published>2009-08-19T00:17:00.000-03:00</published><updated>2009-08-20T12:32:36.509-03:00</updated><title type='text'>O desenvolvimento da Liturgia das Horas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O costume cristão de  rezar regularmente em diversos momentos do dia teve no costume judaico. Sem dúvida, os judeus no tempo de Jesus Cristo tinham uma oração pública e privada perfeitamente regulamentada quanto às horas, composta de salmos e de leituras do Antigo Testamento. Enquanto judeu, Jesus Cristo e os Apóstolos teriam praticado este tipo de oração, à qual se atribui a origem da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liturgia das Horas&lt;/span&gt;. Os cristãos continuaram com esse costume, praticamente nos mesmos moldes, dando-lhe um sentido cristão, com a união das leituras do Antigo Testamento às leituras dos Evangelhos e das Epístolas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo dos Evangelhos, Jesus Cristo aparece frequentemente em oração, parte essencial do seu ministério terreno. Do mesmo modo, Ele recomenda aos seus discípulos que façam o mesmo: que “orem sem cessar”. Os primeiros cristãos levaram a sério esta recomendação, tendo a oração regular  como elemento essencial da sua vida. Assim, encontramos nos Atos dos Apóstolos referências à oração dos primeiros cristãos e às horas determinadas em que essa oração era praticada, sempre com a intenção de cumprir o mandamento de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o progressivo distanciamento dos judeus, sobretudo desde a destruição de Jerusalém e a diáspora, os cristãos foram desenvolvendo um esquema próprio de oração. Ao longo dos séculos, toma forma a oração regular nas cidades, sob a presidência do bispo, centrada em dois momentos: a manhã e a tarde. Todos os cristãos eram convidados a tomar parte nesta oração pública e comunitária, ainda que sem obrigação. Já a recitação privada das diversas horas não existia, porém, foi recomendada àqueles que não podiam participar na celebração comunitária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;No quinto século da era cristã, São Bento estruturou o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício Divino&lt;/span&gt; em oito períodos, incluindo um no meio da noite especificamente para os monges. Sua regra (A Regra de S. Bento), base para a constituição do monaquismo ocidental, se tornou um dos documentos mais importantes na formação da cultura ocidental. Com o aparecimento do monaquismo, a oração regular passa a fazer parte integrante da vida consagrada. O fato de ser realizada por pessoas que dedicavam grande parte do seu dia à oração levou ao desenvolvimento dessa oração, bem como o seu aumento, com a inclusão de várias horas durante o dia, além das tradicionais matutina e vespertina. Por ser mais elaborada e comprida, a oração monástica influenciou a oração das catedrais, que integrou horas tipicamente monásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início, a oração da Igreja era presidida pelo bispo, rodeado pelos seus presbíteros e diáconos e pelo povo cristão. Ora, com o desaparecimento dos diáconos e o envio dos presbíteros para zonas mais distantes da diocese, onde se estabeleceram como enviados do bispo, tal celebração comunitária caiu em desuso. Os presbíteros passaram a rezar privadamente as diversas horas. Além disso, a oração da Igreja foi-se tornando progressivamente desconhecida para o povo cristão, pelo fato de ser mantida em latim, língua que o povo do império romano foi progressivamente abandonando e deixando de entender. Esse foi um dos motivos pelo qual a oração das horas se tornasse na prática algo reservado aos clérigos, mentalidade que se enraizou na consciência dos cristãos e que se mantém até hoje, apesar de não ser o seu sentido original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diversas horas de oração existentes formaram-se e sofreram alterações ao longo dos tempos. Além disso, nem todas tem a mesma importância. Os dois principais momentos da Liturgia das Horas são as Laudes e as Vésperas. “As Laudes, oração da manhã, e as Vésperas, oração da noite, tidas como os dois pilares do Ofício quotidiano pela tradição venerável da Igreja universal, devem considerar-se as principais Horas e como tais celebrar-se” (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sacrosanctum Concilium&lt;/span&gt; 89). Segue-se em importância o Ofício das Leituras e, por fim, as Horas Intermediárias e as Completas. Ao iniciar a primeira hora litúrgica do dia, seja ela Laudes ou Ofício das Leitura, é costume rezar o Invitatório, que serve de introdução à oração de todo esse dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Resumo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Matinas &lt;/span&gt;- 3h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Laudes &lt;/span&gt;- ao amanhecer; trata-se da oração realizada de manhã, tendo como objetivo consagrar o dia a Deus. Recorda ainda a Ressurreição de Cristo, que está associada à manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prima &lt;/span&gt;– 7h00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Horas Intermediárias (ou Menores)&lt;/span&gt;: nome recente, dado ao conjunto de três horas, pelo fato de terem menos importância no contexto das horas litúrgicas. São elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;   Tércia &lt;/span&gt;(pelas 9h)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;   Sexta &lt;/span&gt;(pelo meio-dia)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;   Noa &lt;/span&gt;(pelas 15h)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Notar que se trata apenas de horas aproximadas, que não têm de ser observadas com máximo escrúpulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vésperas &lt;/span&gt;– celebram-se ao fim da tarde, aproximadamente à hora do pôr-do-sol. Tem por objetivo agradecer o dia que termina. Recorda ainda a morte de Cristo e a sua Última Ceia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Completas &lt;/span&gt;– São a última oração do dia, mais breve, rezada antes de deitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente existiam ainda outras horas litúrgicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Matinas&lt;/span&gt;: oração longa constituída por salmos, numa leitura longa da Bíblia e de texto patrístico, hagiográfico ou do Magistério eclesial, para ser rezada durante a madrugada. Foi adaptada, após o Concílio Vaticano II, para ser celebrada a qualquer hora do dia, recebendo o nome de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício das Leituras&lt;/span&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;    &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prima&lt;/span&gt;: uma das horas menores a ser celebrada pelas 7h00. Foi abolida pelo Concílio Vaticano II, por se sobrepor à hora de Laudes.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;Notar que estas horas foram suprimidas na atual Liturgia das Horas, mas continuam a manter-se no Ofício Divino anterior à reforma litúrgica, de uso opcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pessotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto adaptado livremente do vocábulo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liturgia das Horas&lt;/span&gt;, wikipedia; ver postagem anterior)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-1252714223248902789?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/1252714223248902789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-desenvolvimento-da-liturgia-das-horas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1252714223248902789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/1252714223248902789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-desenvolvimento-da-liturgia-das-horas.html' title='O desenvolvimento da Liturgia das Horas'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-7036121489061942196</id><published>2009-08-18T01:52:00.000-03:00</published><updated>2009-08-18T02:06:43.628-03:00</updated><title type='text'>O que é a Liturgia das Horas?</title><content type='html'>&lt;title&gt;&lt;/title&gt;&lt;meta name="GENERATOR" content="BrOffice.org 3.1  (Win32)"&gt;&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt;&lt;/style&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto que se segue, bem como as próximas postagens visam informar o que é, a história e a estrutura da oração oficial da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liturgia das Horas&lt;/span&gt; é a oração pública, comunitária e oficial da Igreja Católica. Esse foi o nome empregado após a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, e exprime a característica de ser uma ação litúrgica da Igreja, fazendo presentes os mistérios da salvação, e, ao mesmo tempo, o seu objetivo peculiar de santificação das diversas horas do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos, o nome desse ato público era &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício Divino&lt;/span&gt; (oficio vem do latim &lt;span style="font-style: italic;"&gt;opus&lt;/span&gt;, obra), por ser o momento de pausa para recordar que a Obra é de Deus, em meio a toda a agitação da vida, por exprimir o carácter de obrigatoriedade (ofício) da oração para os clérigos, e, ao mesmo tempo, remeter para o dever de rezar, dado por Deus aos seus fiéis. Ela é basicamente a oração quotidiana em diversos momentos do dia, através de Salmos e cânticos, leitura de passagens bíblicas e elevação de preces a Deus, cumprindo assim o mandato recebido de Cristo: orar sem cessar, louvar a Deus e pedir por si e por toda a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ofício Divino está organizado num livro, onde se encontram os textos dessa oração, e que acabou por designar a própria oração: “Breviário” (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Breviarium Romanum&lt;/span&gt;). O nome provém do século XI, quando apareceu um livro, mais “breve” e prático, que continha todos os textos necessários, condensados num só volume.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Liturgia das Horas é uma oração destinada a todos os cristãos. A Igreja convida todos a tomarem parte dela, dentro das suas possibilidades, em conjunto ou ao menos privadamente. Já os ministros ordenados, bispos, presbíteros e diáconos, tem a especial obrigação de a celebrar, por ser essa função de toda a Igreja, e, espera-se que seja realizada pelo menos por eles, realizando assim a oração da Igreja sem interrupção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Liturgia das Horas é destinada a tornar-se a oração comunitária de toda a Igreja Católica, pois nela, o próprio Cristo “continua a exercer sua função sacerdotal por meio de sua Igreja”. Cada um participa dela segundo seu lugar próprio na Igreja e segundo as circunstâncias de sua vida: os presbíteros, enquanto dedicados ao ministério da palavra; os religiosos e as religiosas, pelo carisma de sua vida consagrada; os leigos, segundo suas possibilidades. “Os pastores de almas cuidarão que as horas principais, especialmente as vésperas, nos domingos e dias festivos mais solenes, sejam celebradas comunitariamente na Igreja. Recomenda-se que os próprios leigos recitem o Ofício divino, ou juntamente com os presbíteros, ou reunidos entre si, e até cada um individualmente”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A "Instrução Geral da Liturgia das Horas" recomenda que “a Liturgia das Horas, tal como as demais ações litúrgicas, não é ação privada, mas pertence a todo o corpo da Igreja, manifesta-o e afeta-o.” (n. 20). Por esse motivo, a Igreja recomenda que seja celebrada comunitariamente, pois assim se exprime melhor a sua essência. Sempre que seja possível, a celebração em grupo, comunitariamente, é preferível à celebração individual. No entanto, a celebração individual continua a estar inserida na oração de toda a Igreja, pelo que toda a celebração da Liturgia das Horas é sempre a seu modo comunitária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Celebrar a Liturgia das Horas exige não somente que se harmonize a voz com o coração orante, mas “que se adquira um conhecimento litúrgico e bíblico mais rico, principalmente dos Salmos”. Os hinos e as ladainhas da Liturgia das Horas inserem a oração dos salmos no tempo da Igreja, exprimindo o simbolismo do momento do dia, do tempo litúrgico ou da festa celebrada. Além disso, a leitura da Palavra de Deus a cada hora (com os responsórios ou os tropários que vem depois dela) e, em certas horas, as leituras dos Padres da Igreja e dos mestres espirituais revelam mais profundamente o sentido do mistério celebrado, ajudam na compreensão dos salmos e preparam para a oração silenciosa (Lectio Divina), em que a Palavra de Deus é lida e meditada para tornar-se oração. A Liturgia das Horas, que é como a antecipação para a celebração eucarística, não exclui, mas requer de maneira complementar, as diversas devoções do Povo de Deus, particularmente a adoração e o culto do Santíssimo Sacramento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Mistério de Cristo (Encarnação e a Páscoa, principalmente) celebrado pelos cristãos católicos na Missa, penetra e transfigura o tempo de cada dia pela celebração da Liturgia das Horas. Essa celebração, em fidelidade às recomendações apostólicas de “orar sem cessar”, “está constituída de tal modo que todo o curso do dia e da noite seja consagrado pelo louvor de Deus”. Ela constitui “a oração pública da Igreja”, na qual os fiéis (clérigos, religiosos e leigos) exercem o sacerdócio régio dos batizados. Celebrada “segundo a forma aprovada” pela Igreja, a Liturgia das Horas “é verdadeiramente a voz da própria esposa que fala com o esposo, e é até a oração de Cristo, com seu corpo, ao Pai”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Adaptação livre do verbete &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liturgia_das_Horas"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liturgia das Horas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, wikipedia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pessotti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.liturgiadashoras.org/"&gt;Liturgia das Horas na Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Transmissão pela &lt;a href="http://www.radiovaticana.org/bra/diretta.asp"&gt;Rádio Vaticano&lt;/a&gt; (diáriamente)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-7036121489061942196?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/7036121489061942196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-que-e-liturgia-das-horas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7036121489061942196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7036121489061942196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-que-e-liturgia-das-horas.html' title='O que é a Liturgia das Horas?'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5801309175807857705</id><published>2009-08-12T00:16:00.001-03:00</published><updated>2009-08-13T00:28:06.479-03:00</updated><title type='text'>Dia Internacional das Artes (12.08)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dicionário, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;apresentar &lt;/span&gt;significa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mostrar&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;exibir&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;expor&lt;/span&gt;. Pode ser uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ação&lt;/span&gt;, o ato da apresentação de uma pessoa a outra ou a um círculo de relações, como a sociedade. Pode significar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;expressão&lt;/span&gt;, como apresentar desculpas, bem como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;comparecimento&lt;/span&gt;, “apresentar-se ao trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tradição judaica a apresentação do primogênito no Templo era um sinal de consagração a Deus. Já na tradição cristã a apresentação do catecúmeno, ou aquele que é iniciado na fé cristã, tem o papel de introduzir o neófito ao convívio dos “santos”, dos crentes. Uma vez que o catecúmeno passou pelas fases iniciais da vida que assumiu, isto é, foi exposto ao anúncio (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;kerigma&lt;/span&gt;) e se propôs uma mudança de vida (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;metanoia&lt;/span&gt;) colocando-se em comunhão com o próximo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;koinonia&lt;/span&gt;) através da busca do conhecimento da fé (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;didaskalia&lt;/span&gt;) e do serviço (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;diakonia&lt;/span&gt;), apreende valor do serviço sagrado (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;leitourgia&lt;/span&gt;, liturgia) a dar graças (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;eucharistós&lt;/span&gt;, eucaristia) por tudo que recebe, por todas as graças, e em todo tempo. Essa é a estrada que leva ao convívio com o Outro, com o que é diferente de mim, de nós; esse é o caminho da santidade. Nesse sentido não há mistério: é a vida. Viver é apresentar-se continuamente diante do diferente, aprender com quem nos mostra parte do que somos, valores e defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse caminho é um processo que começa num dado momento da vida, na nossa apresentação durante o batismo, ou na crisma, ou no matrimônio, ou na ordem, ou na hora da nossa morte, ou ainda, em outro instante. Não há certeza humana nesse momento de mudança, mas posicionamento diante de uma constatação. Em algum momento, mesmo que não se conheça esses sinais sagrados (sacramentos), mas diante do anúncio, não há como ficar imune ao processo, iniciado pela graça (fé), dom de Deus (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;kairós&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Mas, por que citar termos gregos e por que escrever sobre esses assuntos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, explico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li certa vez que alguns grupos segregam outros que se apresentam na Igreja. Aqui, falo na Igreja, quer Católica, Ortodoxa, Protestante. Falo da Igreja, dos cristãos. Me refiro aos que tem coragem de assumir uma função, que é evangelizadora. Não àqueles que tiram  proveito das situações ou vantagem da exposição da sua pessoa, ou grupo, com fins velados. Por isso me posiciono como se segue...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo nas situações de apresentação musical, nosso grupo se depara com algo além. Certa vez,    um dos vários celebrantes com quem tivemos a honra de participar na Missa disse que nosso grupo era composto de homens que se reúnem para louvar a Deus, cantando. Pois, é normal homens se reunirem, para jogar, beber, falar de tantos outros assuntos, e fazer outros tantos... mas, louvar a Deus, ainda mais cantando? Realmente, há algo além.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fazemos somente apresentações, mas apresentamos nossas dificuldades que enfrentamos nos ensaios, diante da comunidade e de Deus, bem como nosso anseio por saber o que realmente estamos dizendo ou cantando, sabendo que é parte de um tesouro não só cultural, mas de base. Não só mera tradição, mas parte da Tradição da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto somos tradicionalistas, mas modernos. Estudamos e aprofundamos o que deve ser compreendido como um dos pilares da fé cristã (a Tradição), por meio do Canto Gregoriano  (em latim) e Bizantino (em grego), sem deixar de viver nossa missão, serviço, ainda que mensal. Essa manifestação artística baseia-se na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;palavra cantada&lt;/span&gt;, oração com dupla ação (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;quem canta reza duas vezes&lt;/span&gt;, disse Santo Agostinho), e palavra que é retirada das Escrituras, essa, outra das bases da fé cristã. Tal prática de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;canto orante&lt;/span&gt; nos impulsiona através dessa modalidade de escuta da palavra a ouvir, e quem sabe um dia, viver melhor o que o Pai quer de nós. O que há de modertno nisso? Bom, hoje pouco se assume algo... políticos não assumem que defendem o povo, meliantes não assumem que cometem delitos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Para nós, daqui do interior do estado de São Paulo, não da capital ou de outro grande centro, apresentamos sim o que temos, defeitos e virtudes, diante do altar e nos altares dos nossos corações que se colocam a serviço e oração pela fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós, que nos colocamos sob a proteção da Mãe de Deus (Theotokos) e do Príncipe das Milícias Celestes (São Miguel Arcanjo), fazemos questão de realizar apresentações no mundo, que pede luz diante das trevas em que vivemos,  como exilados (paroquianos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a todos os que se apresentam e apresentam suas artes com garra, ânimo, prazer, enfim, para melhorar o mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUIS UT DEUS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAX!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pessotti&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5801309175807857705?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5801309175807857705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/dia-internacional-das-artes-1208.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5801309175807857705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5801309175807857705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/dia-internacional-das-artes-1208.html' title='Dia Internacional das Artes (12.08)'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-9119009959688163087</id><published>2009-08-10T00:29:00.000-03:00</published><updated>2009-08-10T00:52:25.088-03:00</updated><title type='text'>O que é Antífona?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sn-V1oO3brI/AAAAAAAAAFc/DaGLa-jrxF8/s1600-h/PartituraMedieval.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 152px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sn-V1oO3brI/AAAAAAAAAFc/DaGLa-jrxF8/s320/PartituraMedieval.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368174029414297266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       Originariamente, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;antífona &lt;/span&gt;é um refrão curto retirado dos salmos, repetido depois de versículo, ou grupo de versículos, por dois coros alternadamente (de vozes uníssonas, ou vozes maduras e vozes brancas). Essa forma de canto (voz contra voz) tem origem grega&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;, e foi introduzida na Igreja, Oriental e Ocidental, no séc. IV, no início das controvérsias com os hereges arianos, com o intuito de imunizar o povo crente dos erros antitrinitários. Em suas Confissões (IX, 7), Santo Agostinho refere-se como Santo Ambrósio, que, recluso com seus fiéis na basílica nova de Milão e assediado pelos hereges, fazia o povo cantar, “segundo o costume das regiões do Oriente, para que o povo não se consumisse de tédio e tristeza”. Essa forma de cantar resultava, ademais, sensível e útil aos fiéis. Agostinho relata um testemunho de S. João Crisóstomo, que o povo não conhece o salmo inteiro, portanto, se estabeleceu “cantar um versículo reduzido que contenha alguma verdade sublime” (In Psalmos, 117) para a elevação das almas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;         Posteriormente, quando o canto dos salmos no Ofício Divino passou a ser ocupação específica dos monastérios e catedrais, com diminuição da participação popular como consequência, a antífona não se intercalava entre os versículos do salmo, senão no começo e no final do mesmo. A modalidade antifônica da salmodia se reduziu ao canto alternado dos versículos dos salmos, para cada um dos grupos divididos do coro monacal ou catedralício. Essa evolução, que durou até o presente, fez mudar o significado da antifona: seu primitivo papel de refrão intercalado pelo povo foi assumido novamente pelo responsório na Missa. A antífona inicial do salmo tem uma dupla finalidade: primeiro musical, pois indica o tom e o modo gregoriano em que se canta o salmo, e, em segundo lugar, litúrgica, pois facilita a compreensão, além de marcar o sentido espiritual e simbólico do salmo dentro de uma festividade. Geralmente executada por grupos ou escolas (scholae) de cantores, a antífona se enriqueceu musicalmente e promoveu o desaparecimento paulatino do salmo a que servia de refrão (como o que se sucedeu com as antífonas do Introito, Ofertório e Comunhão da Missa), tornando-se como peça musical autônoma, de maior magnitude e riqueza melódica gregoriana, que, com o passar do tempo, serviria de tema a composições polifônicas musicalmente mais elaboradas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;       As antífonas podem ser classificadas em diversos grupos, tanto pelo texto como pelo uso delas dentro da liturgia:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;a) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;salmódicas&lt;/span&gt;: as que se derivam do mesmo texto do salmo que preludiam, sendo as mais antigas e de melodia mais simples, correspondendo uma nota a cada sílaba (silábica);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;b) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;evangélicas&lt;/span&gt;: as que reproduzem versículos do evangelho do dia, ora no ofício das Laudes e das Festas principais, cujo esquema salmódico invariável criado pelas antífonas são como marco evangélico do mistério comemorado (p.ex. Natal, Santos Inocentes, Ascensão, entre outras), ora mais comum às antífonas do Benedictus nas Laudes e do Magnificat nas Vésperas, chamadas antigamente antiphonae ad Evangelium, por serem ambos cânticos retirados dos Evangelhos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;c) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;bíblicas&lt;/span&gt;: as extraídas de outros livros sagrados que não o Saltério ou os Evangelhos (p. ex., as antífonas do “O” do Advento que se iniciam com essa interjeição);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;d) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;históricas&lt;/span&gt;: as que contem passagens da história de um santo, tanto se derivam de textos bíblicos (p. ex. S. João Batista, S. Pedro, S. Miguel, etc), como se procedem da canonização citada nas atas dos mártires (Martirológio), muitas vezes apócrifas (p. ex. S. Lourenço, S. Clemente, S. Agueda ou Ágata, S. Cecília, etc);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;eclesiásticas&lt;/span&gt;: de inspiração poética particular, que geralmente constituem peças autônomas (isto é, sem acompanhamento do salmo correspondente), como as marianas que finalizam o canto do Ofício Divino nos diversos tempos litúrgicos, Alma Redemptoris Mater, Ave Regina Coelorum, Regina Coeli  e a tão popular Salve Regina e outras de origem oriental traduzidas dos tropários bizantinos no período dos papas gregos dos séculos VII e VIII, Sub tuum praesidium, e as que iniciam com Hodie;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;f) &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;processionais&lt;/span&gt;: as que servem de acompanhamento de procissão, sejam as normais dentro da Missa (entrada, oferta, comunhão), sejam as especiais (Cinzas, Candelária, Ramos).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Referências&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; RIGHETTI, M.  &lt;b&gt;Historia de la Liturgia&lt;/b&gt;, Madrid 1955, no 381-384, 386-390, 421;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; JUNGMANN, J. A. &lt;b&gt;Des lois de la célébration liturgique&lt;/b&gt;, París 1956, 123-126;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; GELINEAU, J. &lt;b&gt;Chant et musique dans le culte chrétien&lt;/b&gt;, París 1962, 197, 128-132, 229-230. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tradução livre do artigo de&lt;/span&gt;  J. M. SUSTAETA ELUSTIZA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;url: &lt;a href="http://www.canalsocial.net/GER/ficha_GER.asp?id=10584&amp;amp;cat=religioncristiana"&gt;http://www.canalsocial.net/GER/ficha_GER.asp?id=10584&amp;amp;cat=religioncristiana&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Antônio Pessotti&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-9119009959688163087?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/9119009959688163087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-que-e-antifona.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9119009959688163087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9119009959688163087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/08/o-que-e-antifona.html' title='O que é Antífona?'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sn-V1oO3brI/AAAAAAAAAFc/DaGLa-jrxF8/s72-c/PartituraMedieval.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-4602970039349328732</id><published>2009-07-28T23:09:00.000-03:00</published><updated>2009-07-28T23:43:40.720-03:00</updated><title type='text'>Mais moderno que nunca...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haverá um &lt;a href="http://sigarra.up.pt/reitoria/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=775"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Workshop &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;de Canto Gregoriano na Universidade do Porto (Portugal) em outubro, novembro e dezembro. O custo não é alto, cerca de duzentos euros, se comparado a cursos aqui no Brasil. O interessante é a apresentação do curso. Com texto de Ruben Alves, que aborda a sensualidade da monodia, quase visceral, afirma: “o canto gregoriano continua”, ou ainda, “Deus não está na letra, está na música”. Mais interessante é a competência da formadora, a ministrante do curso, Maria Helena Pires de Matos, “simplesmente” a fundadora do &lt;a href="http://www.gregoriano.com/"&gt;Coro Gregoriano de Lisboa.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com vasta experiência, a professora é jubilada da Escola Superior de Música de Lisboa, ex-professora da disciplina de Canto Gregoriano, na Licenciatura em Música da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto até o ano passado, além de membro da comissão instaladora do &lt;a href="http://www.inst-gregoriano.rcts.pt/"&gt;Instituto Gregoriano de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, por que falar de lá longe, se aqui precisa-se desse tipo de exemplo. Nós temos aqui no Brasil, e vários... Para começar, exemplos pedagógicos, como a Madre Maria do Redentor, C.S.A.(Cônegas de Santo Agostinho), falecida em 29.04.2008, São Paulo. Nasceu na Inglaterra numa família anglicana, tendo se convertido ao catolicismo quando estudante num colégio católico, o qual era dirigido pela sua futura congregação, onde professou no ano de 1936 em Jupille, na Bélgica. Enviada ao Brasil, desde 1957 se destacou pelo seu incansável &lt;a href="http://www.revista.akademie-brasil-europa.org/CM20-05.htm"&gt;trabalho &lt;/a&gt;em prol do Canto Gregoriano. Era a mais profunda conhecedora em nosso país, pois fora discípula direta de D. Eugène Cardine O.S.B., que a orientou e se licenciou em Semiologia Gregoriana no Pontifício Instituto de Música Sacra (Roma, 1976), sendo esse um dos seus inúmeros títulos na área do Canto Gregoriano e musicologia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A exemplo dessas maravilhosas mulheres temos vários arautos e iniciativas. Pode-se citar o site do &lt;a href="http://www.blogger.com/www.gregoriano.org.br"&gt;Tachinha&lt;/a&gt; como fonte de informação, o site do Mosteiro de São Bento de São Paulo, entre tantos. Esse e outros são facilmente encontrados neste blog e no site mencionado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Visitem, comentem, incentivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Pessotti&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-4602970039349328732?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/4602970039349328732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/mais-moderno-que-nunca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4602970039349328732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/4602970039349328732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/mais-moderno-que-nunca.html' title='Mais moderno que nunca...'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6272358212074150408</id><published>2009-07-17T23:06:00.000-03:00</published><updated>2009-07-21T13:55:58.337-03:00</updated><title type='text'>Um símbolo para o grupo...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEucs3mRCI/AAAAAAAAAEc/bkngDM-rszI/s1600-h/Sent-Myhell-Armys--Arms-of-St-Michael-ca-1460.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 213px; height: 271px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEucs3mRCI/AAAAAAAAAEc/bkngDM-rszI/s320/Sent-Myhell-Armys--Arms-of-St-Michael-ca-1460.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359616102163170338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O Escudo da Trindade (&lt;i&gt;Scutum Fidei&lt;/i&gt;) é um símbolo cristão tradicional que expressa muitos aspectos da doutrina da Trindade, resumindo a primeira parte do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Credo_de_Atan%C3%A1sio"&gt;&lt;i&gt;Credo de S. Atanásio&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, num diagrama compacto. Na França e Inglaterra medievais, esse emblema foi considerado como sendo as "armas heráldicas" de Deus (e da Trindade).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O diagrama consiste de quatro nós geralmente circulares e interconectados por seis linhas. Os três nós das extremidades do diagrama recebem os nomes das três pessoas da Trindade em latim: &lt;i&gt;Pater,&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Filius&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Spiritus&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Sanctus.&lt;/i&gt; O nó central é rotulado &lt;i&gt;Deus,&lt;/i&gt; enquanto as três linhas que conectam o nó central com os exteriores são nomeados &lt;i&gt;Est&lt;/i&gt; (é), e os três externos &lt;i&gt;Non&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Est&lt;/i&gt; (não é). Essas linhas não são direcionais, fato esse enfatizado num &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:PetrusPictaviensis_CottonFaustinaBVII-folio42v_ScutumFidei_early13thc.jpg"&gt;manuscrito&lt;/a&gt; do séc. XIII.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEvN7YH4sI/AAAAAAAAAEs/PzWZ-W_9Vjg/s1600-h/551px-St-Michaels-traditional-arms.svg.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 223px; height: 238px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEvN7YH4sI/AAAAAAAAAEs/PzWZ-W_9Vjg/s320/551px-St-Michaels-traditional-arms.svg.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359616947871277762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O diagrama possui esse nome (&lt;i&gt;Scutum Fidei&lt;/i&gt;) retirado da Vulgata (Ef 6,16), pois fora  adotado durante a Idade Média  e muitas vezes é escrito sobre ele. Com o fundo azul  ele era dedicado a São Miguel Arcanjo. Na Inglaterra ele assumia outra forma, com fundo branco e cruz vermelha, às vezes com o texto&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Qui Ut Deus&lt;/span&gt;, (quem é maior que Deus?). Já a Igreja Anglicana adota esse escudo, também em azul e com a cruz em amarelo, mas, possui no centro a representação da Trindade, como uma mescla dos escudos.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEusPqvk1I/AAAAAAAAAEk/NBwDjb8A8Cc/s1600-h/500px-Trinidad-Anglican-Episcopal-Coat-of-Arms.svg.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 184px; height: 219px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEusPqvk1I/AAAAAAAAAEk/NBwDjb8A8Cc/s320/500px-Trinidad-Anglican-Episcopal-Coat-of-Arms.svg.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359616369202533202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmExogutvrI/AAAAAAAAAE0/gAJEP50TLrM/s1600-h/StMichael.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 204px; height: 204px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmExogutvrI/AAAAAAAAAE0/gAJEP50TLrM/s320/StMichael.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359619603597999794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6272358212074150408?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6272358212074150408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/um-simbolo-para-o-grupo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6272358212074150408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6272358212074150408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/um-simbolo-para-o-grupo.html' title='Um símbolo para o grupo...'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/SmEucs3mRCI/AAAAAAAAAEc/bkngDM-rszI/s72-c/Sent-Myhell-Armys--Arms-of-St-Michael-ca-1460.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6257717168617920755</id><published>2009-07-16T01:04:00.000-03:00</published><updated>2009-07-21T14:26:35.406-03:00</updated><title type='text'>Canto Gregoriano: Fontes antigas e revisões posteriores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     As primeiras fontes com notação musical foram escritas por volta de 930 (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Graduale Laon&lt;/span&gt;). Antes disso, o cantochão foi transmitido oralmente. Muitos especialistas em Canto Gregoriano concordam que o desenvolvimento da notação musical ajudou a disseminação do canto pela Europa. Os manuscritos com notação mais antigos estão principalmente em Regensburg (Alemanha), S. Gall (Suíça), Laon e S. Martial (França).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O Canto Gregoriano foi submetido a uma série de revisões  em sua longa história, para trazer de volta mudanças contemporâneas de gostos e práticas. A mais recente dessas revisões foi realizada na Abadia Beneditina de S. Pierre de Solesmes, mergulhada num trabalho de restauração do canto para um estado original hipotético. O Canto Gregoriano Antigo foi revisado para conformar à estrutura teórica dos modos. Em 1562-63, o Concílio de Trento baniu muitas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sequências&lt;/span&gt;. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Directorium Chori&lt;/span&gt; de Guidette, publicado em 1582, e a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Editio Medicea&lt;/span&gt;, publicada em 1614, revisaram drasticamente o que foi percebido como corrupto e considerado “barbarismo” por tornar os cantos conforme os padrões estéticos contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     No final do séc. XIX, antigos manuscritos litúrgicos e musicais foram descobertos e re-editados. Antes, Dom Prosper Gueranger reavivou a tradição monástica em Solesmes. Ele re-estabeleceu o Ofício Divino com suas prioridades, mas sem a existência de livros de canto próprios. Muitos monges foram enviados às livrarias por toda a Europa, a fim de encontrar manuscritos de canto relevantes. Em 1871, no entanto, a  antiga edição &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Medicea&lt;/span&gt; foi reimpressa (Pustet, Regensburg) na qual o Papa Pio IX declarou ser a única versão oficial. Na sua afirmativa acreditou-se que estavam no caminho certo. Solesmes aumentou seus esforços. Em 1889, depois de décadas de pesquisa, os monges de Solesmes revisaram o primeiro livro numa série planejada, a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paléographie Musicale&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O incentivo dessa publicação era demonstrar a corrupção de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Medicea&lt;/span&gt;, apresentando notações originalmente fotografadas de uma grande variedade de manuscritos de um canto simples, que Solesmes denominou como “testemunhas” para afirmar suas próprias reformas. Os monges de Solesmes usaram pesada artilharia nessa difícil batalha: pretendiam academicamente soar “Paleo” como um tanque de guerra, para abolir, de uma vez por todas, a edição corrupta de Pustet. Sobre a evidente congruência através de vários manuscritos (que foram posteriormente publicados em edições fac-simile, com amplas instruções editoriais), Solesmes foi capaz de trabalhar em cima de uma reconstrução prática. Essa reconstrução do canto foi academicamente louvável, mas rejeitada por Roma até 1903, quando o Papa Leão XIII morreu. Seu sucessor, Pio X, prontamente aceitou o canto de Solesmes – compilado como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Liber Usualis&lt;/span&gt; – com autoridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Em 1904, a edição &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vaticana&lt;/span&gt; do canto de Solesmes foi comissionada. Surgiram sérios debates acadêmicos, primeiramente sobre as liberdades estilísticas adotadas pelos editores de Solesmes para impôr sua controvertida interpretação sobre o ritmo. As edições de Solesmes inserem marcas de fraseado e marcas de alongamento de notas, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;episema &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mora&lt;/span&gt;, não encontradas nas fontes originais. Por outro lado, omitiram significativas letras encontradas nas fontes originais, que davam instruções para o ritmo e articulação, tais como velocidade de ascensão ou queda. Essas práticas editoriais colocaram a interpretação da autenticidade editorial de Solesmes em dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Ainda que a restauração do Canto tenha sido iniciada em Solesmes, existem longas discussões da exatidão do caminho a seguir. Alguns são favoráveis a um rigor academicamente estrito e procuram por publicações perdidas, enquanto outros concentram sobre problemas práticos e procuram suplantar a tradição corrupta tanto quanto possível. Passado mais de um século, essa brecha entre a abordagem musicológica estrita e o interesse da Igreja em manter uma tradição central para a congregação, sem muitas mudanças confusas no repertório. Logo, a tradição da interpretação estabelecida desde o início da restauração está em conflito com a evidência musicológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Em seu motu proprio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tra le sollecitudini&lt;/span&gt;, Pio X ordenou o uso do Canto Gregoriano, encorajando os fiéis a cantar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ordinário&lt;/span&gt; da Missa, embora ele reservou o canto do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Proprio&lt;/span&gt; para os homens. Enquanto esse costume é mantido nas comunidades católicas tradicionalistas, a Igreja Católica persiste em bani-la. O Vaticano II oficialmente permitiu que os padres substituíssem por outra música, particularmente a música moderna em vernáculo, no lugar do Canto Gregoriano, considerado por muitos não católicos ainda como a música oficial da Igreja Católica, e a música mais apropriada para o louvor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6257717168617920755?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6257717168617920755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/fontes-antigas-e-revisoes-posteriores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6257717168617920755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6257717168617920755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/fontes-antigas-e-revisoes-posteriores.html' title='Canto Gregoriano: Fontes antigas e revisões posteriores'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-730410346446024636</id><published>2009-07-16T01:03:00.000-03:00</published><updated>2009-07-21T14:30:56.492-03:00</updated><title type='text'>Disseminação e hegemonia do Canto Gregoriano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     O Canto Gregoriano apareceu com sua indiscutível uniformidade através da Europa em curto espaço de tempo. Carlos Magno, uma vez elevado a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sacro Imperador Romano&lt;/span&gt;, espalhou agressivamente o Canto Gregoriano por todo seu império para consolidar seu poder religioso e secular, requerendo do clero o uso do novo repertório, sob pena de morte. Partindo de fontes inglesas e alemãs, sabe-se que o Canto Gregoriano se espalhou para o norte da Escandinávia, Islândia e Finlândia. Em 885, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Est%C3%AAv%C3%A3o_V"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Papa Estevão V&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; baniu a liturgia eslavônica, levando a ascendência do Canto Gregoriano nas terras Católicas Orientais, incluindo Polônia, Morávia, Eslováquia e Áustria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Os outros repertórios de cantochão do cristianismo ocidental sofreram severa competição com o novo Canto Gregoriano. Carlos Magno continuou seu policiamento em favor do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rito Romano&lt;/span&gt; sobre as tradições locais Galicanas. Por volta do séc. IX, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rito Galicano&lt;/span&gt; e o canto foram efetivamente eliminados, embora não sem resistência local. O Canto Gregoriano do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sarum_rite"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rito Sarum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é baseado no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Celta&lt;/span&gt;. O Gregoriano coexistiu como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Beneventano&lt;/span&gt; por mais de um século antes de ser abolido por decreto papal (1058). O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Moçárabe&lt;/span&gt; sobreviveu ao influxo dos Visigodos e Mouros, mas não aos prelados Romanos, recém instalados na Espanha durante a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reconquista"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reconquista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Restringido seu uso a poucas capelas, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Moçárabe&lt;/span&gt; moderno é altamente gregorianizado e quase não se assemelha à sua forma original. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Ambrosiano&lt;/span&gt; sobreviveu sozinho até hoje, preservado em Milão, devido à sua reputação musical e a autoridade eclesial de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Santo Ambrósio&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O Canto Gregoriano recolocou a tradição local romana de canto, hoje conhecida como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Romano Antigo&lt;/span&gt;. No séc. X, virtualmente não haviam manuscritos musicais onde fossem anotados na Itália. Logo, os Papas Romanos importaram o Canto Gregoriano do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sacro Império Romano Germânico&lt;/span&gt; durante os séc. X e XI. Por exemplo, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Credo&lt;/span&gt; foi adicionado no Rito Romano a pedido do Imperador germânico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Henrique II&lt;/span&gt;, em 1014. Reforçado pela lenda do Papa Gregório, o Canto Gregoriano foi considerado autêntico, originalmente Romano, um erro que continuou até hoje. Por volta dos séc. XII e XIII, o Canto Gregoriano suplantou ou marginalizou todas as outras tradições de cantochão ocidental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Fontes posteriores dessas outras tradições de canto mostram um aumento da influência gregoriana, bem como esforços ocasionais para categorizar seus cantos nos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;modos gregorianos&lt;/span&gt;. Similarmente, o repertório gregoriano incorporou elementos dessas tradições perdidas, nas quais podem ser identificadas por análises estilísticas e históricas cuidadosas. Por exemplo, acredita-se que os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Improperia&lt;/span&gt; da Sexta-Feira Santa são remanescentes do repertório &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Galicano&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-730410346446024636?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/730410346446024636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/disseminacao-e-hegemonia-do-canto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/730410346446024636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/730410346446024636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/disseminacao-e-hegemonia-do-canto.html' title='Disseminação e hegemonia do Canto Gregoriano'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-8022798794850449166</id><published>2009-07-16T01:01:00.000-03:00</published><updated>2009-07-21T14:35:54.321-03:00</updated><title type='text'>Breve História do Canto Gregoriano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl8-P5eeVtI/AAAAAAAAAEU/EzWWPeyHj0c/s1600-h/489px-Gregory_I_-_Antiphonary_of_Hartker_of_Sankt_Gallen.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 262px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl8-P5eeVtI/AAAAAAAAAEU/EzWWPeyHj0c/s320/489px-Gregory_I_-_Antiphonary_of_Hartker_of_Sankt_Gallen.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359070524441777874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;      O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Gregoriano&lt;/span&gt; é a tradição central do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cantoch%C3%A3o"&gt;cantochão&lt;/a&gt; ocidental (cantus planus), uma forma de canto litúrgico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;monofônico &lt;/span&gt;(a uma só voz) no cristianismo ocidental, que acompanha a celebração da missa e de outros serviços rituais. Esse vasto repertório musical é o mais antigo conhecido como tal, sendo o primeiro repertório a possuir notação adequada, a partir do século X. Em geral, os cantos eram aprendidos oralmente, via &lt;span style="font-style: italic;"&gt;viva voz&lt;/span&gt;, o que levava anos de experiência nas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Scholae Cantorum&lt;/span&gt; (escola de cantores). O Canto Gregoriano como conhecemos hoje nasceu na vida monástica, na qual se canta o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício Divino&lt;/span&gt; nove vezes ao dia, nas horas próprias que eram determinadas de acordo com a &lt;a href="http://www.abadia.org.br/ordem3.htm"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Regra de São Bento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. O canto dos salmos fazia parte da vida na comunidade monástica, com a contraposição do coro com um pequeno grupo de cantores, ou solistas, na entoação dos cânticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Em sua longa história, o Canto Gregoriano foi submetido a várias mudanças e reformas graduais. Foi organizado, codificado, e anotado, principalmente em terras &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1lia"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Francas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da Europa Central e Ocidental durante os séculos XI e XIII (onde atualmente é a França e parte da Alemanha), com posteriores adições e revisões. Porém, os textos e muitas melodias tiveram antecessores seculares. Embora a crença popular atribua ao Papa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gregório Magno&lt;/span&gt; a invenção pessoal do Canto Gregoriano, estudiosos acreditam que ele só adquiriu esse nome a partir de uma posterior síntese &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carolíngia&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Romano Antigo&lt;/span&gt; e do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rito_galicano"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Galicano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, durante o reinado de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carlos Magno&lt;/span&gt;. Além do que, naquele tempo se usava a figura de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gregório I&lt;/span&gt; como “marketing”, para revestir a mudança de “inspiração divina”, no esforço para criar um protocolo litúrgico que poderia ser praticado por toda a Europa. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um Império, uma Igreja, um Canto&lt;/span&gt; – a imposição da Unidade era uma questão central no período Carolíngio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Durante os séculos seguintes, a tradição do Canto estava atrelada na tradição da música da Igreja, onde deu ascensão a várias extensões, no sentido de novas práticas interpretativas, que foram bem sucedidas, além da introdução de novas músicas sobre novos textos, ou ainda, cantos que já existiam e foram estendidos para formarem um &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organum"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Organum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Ainda que a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;música polifônica&lt;/span&gt; tenha surgido a partir dos veneráveis cantos antigos, nas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Organa&lt;/span&gt; de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonin"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Leonin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Perotin"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Perotin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em Paris (1160-1240), elas terminavam em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;canto monofônico&lt;/span&gt;, e, em tradições posteriores, novos estilos de composição foram praticados em justaposição (ou coexistência) com o canto monofônico. Essa prática continuou até &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Couperin"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;François Couperin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Barroco francês&lt;/span&gt;), cujas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Missas com Orgão&lt;/span&gt; deviam ser executadas alternadas com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;canto homofônico&lt;/span&gt;. Embora essa prática tenha caído em desuso depois do período Barroco, o Canto Gregoriano experimentou um reavivamento no século XIX na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Igreja Católica Romana&lt;/span&gt; e na vertente Anglo-Católica, com a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comunh%C3%A3o_anglicana"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comunhão Anglicana&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O canto sem acompanhamento é parte da Liturgia Cristã desde os primórdios da Igreja. Até a metade da década de 90 (séc. XX), foi bem aceito que a oração da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;salmodia judaica antiga&lt;/span&gt; teve influência significativa e contribuiu para o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ritual cristão antigo&lt;/span&gt;, bem como com sua música. Essa visão, no entanto, não é bem aceita pelos estudiosos hoje em dia, pois as analises mostram que muitos dos antigos hinos cristãos não tinham os salmos como texto, e que os salmos não eram cantados nas sinagogas nos séculos depois da destruição do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Segundo_templo"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Segundo Templo &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;(70 D.C.). No entanto, antigos ritos cristãos não incorporaram elementos do serviço litúrgico judaico que sobreviveu na tradição de canto posterior. As &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Horas Canônicas&lt;/span&gt; tem suas raízes na oração das &lt;span style="font-style: italic;"&gt;horas judaicas&lt;/span&gt;. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Amen&lt;/span&gt; e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alleluia &lt;/span&gt;vem do hebreu, e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sanctus&lt;/span&gt; deriva do “kadosh”, parte do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Judaismo"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Kedusha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O Novo Testamento menciona o cantar de hinos durante a Última Ceia: “quando eles cantavam o hino, eles saíram para o Monte das Oliveiras” (Mt 26,30). Outras testemunhas antigas, como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clemente_I"&gt;Papa Clemente I&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tertuliano"&gt;Tertuliano&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Atan%C3%A1sio"&gt;Santo Atanásio&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Egeria_%28escritora%29"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Egeria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; confirmam a prática, embora de forma poética ou obscura nos trazem uma pequena luz sobre a forma como a música soava nesse período. A canção grega do terceiro século, o hino &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Oxyrhynchus&lt;/span&gt;, sobreviveu com notação musical, mas a conexão entre esse hino e a tradição do cantochão é incerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Os elementos musicais que poderiam ser usados no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rito Romano&lt;/span&gt; começaram a aparecer no terceiro século. A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%A3o_Apost%C3%B3lica"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tradição Apostólica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, atribuída ao teólogo&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hippolytus_of_Rome"&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hipólito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, atesta o canto dos salmos &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hallel"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hallel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alleluia&lt;/span&gt; como refrão, nas primeiras festas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ágape Cristãs&lt;/span&gt;. Os cantos do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício&lt;/span&gt;, cantados durante as horas canônicas, tiveram suas raízes no início do século IV, quando os monges do deserto seguiam &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Ant%C3%A3o,_o_Grande"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;S. Antonios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (S. Antão), que introduziu a prática da salmodia contínua, cantando o ciclo completo dos 150 salmos semanalmente. Por volta de 375, a salmodia antifonal tornou-se popular na Páscoa Cristã; em 386, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Ambr%C3%B3sio"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Santo Ambrósio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; introduz essa prática no Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      No entanto, especialistas ainda debatem como o cantochão se desenvolveu durante os séculos V ao IX, pois a informação sobre esse período é escassa. Por volta de 410, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Santo Agostinho&lt;/span&gt; descreve o canto responsorial de um salmo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gradual&lt;/span&gt; na Missa. Cerca de 520, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;São Bento de Nursia&lt;/span&gt; estabeleceu o que foi chamado de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Regra de São Bento&lt;/span&gt;, na qual o protocolo do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Of%C3%ADcio_Divino"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ofício Divino&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; se baseou para o uso monástico. Por volta de 670, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Romano&lt;/span&gt; foi levado a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;York&lt;/span&gt; (Inglaterra). Surgiram tradições regionais distintas do cantochão ocidental nesse período, notavelmente nas Ilhas Britânicas (Canto Celta), Espanha (Moçárabe), Gália (Galicano), e Itália (Romano Antigo, Ambrosiano e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Benevento"&gt;Beneventano&lt;/a&gt;). Essas tradições poderiam estar ligadas a partir de um repertório cantochão hipotético surgido por volta do século V, depois da queda do Império Romano do Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O repertório Gregoriano foi sistematizado para o uso no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rito Romano&lt;/span&gt;. De acordo com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_McKinnon"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;James McKinnon&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o centro litúrgico da Missa Romana foi compilado durante um breve período no séc. VIII num projeto vislumbrado por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chrodegang_of_Metz"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Chrodegang de Metz&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Outros estudiosos, incluindo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Andreas Pfisterer&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Peter Jeffery&lt;/span&gt;, argumentam por uma origem anterior para os níveis mais antigos do repertório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Os estudiosos debatem se as essências das melodias foram originadas em Roma, antes do séc. VII, ou na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Francia&lt;/span&gt; (atual França), no séc. VIII e início do IX. Tradicionalistas procuram sustentar a evidência no Papa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gregório Magno&lt;/span&gt;, entre 590 e 604, tal como foi apresentado por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;H. Bewerung&lt;/span&gt; em seu &lt;a href="http://en.wikisource.org/wiki/Catholic_Encyclopedia_%281913%29/Gregorian_Chant"&gt;artigo &lt;/a&gt;na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Enciclopedia Catolica&lt;/span&gt;. Um consenso entre os estudiosos, defendido por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Willi_Apel"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Willi Apel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Robert Snow&lt;/span&gt;, afirmam que o Canto Gregoriano se desenvolveu por volta de 750 a partir da síntese do canto Romano com o Galicano, supervisionado pelas regras Carolíngias na França. Durante a visita à Gália em 752-753, o Papa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Est%C3%AAv%C3%A3o_II"&gt;Estevão II&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;celebrou a Missa usando Canto Romano. De acordo com Carlos Magno, seu pai &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pepino_o_Breve"&gt;Pepino, o Breve&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt; aboliu os ritos locais Galicanos em favor do uso Romano, no sentido de fortalecer laços com Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Em 785-786, a pedido de Carlos Magno, o Papa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano_I"&gt;Adriano I&lt;/a&gt;,&lt;/span&gt; enviou um sacramentário papal com Cantos Romanos para a corte Carolíngia. Esses cantos foram modificados posteriormente, influenciados pelos estilos locais e o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Canto Galicano&lt;/span&gt;, posteriormente adaptados ao sistema de oito modos. Esse canto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Franco-Romano-Carolíngio&lt;/span&gt;, aumentado com novos cantos para completar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ano litúrgico&lt;/span&gt;, tornou-se conhecido como “Gregoriano”. Na sua origem, o canto foi provavelmente nomeado assim em honra ao papa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gregório II&lt;/span&gt;, que era contemporâneo, mas, posteriormente atribuída a autoria do canto ao seu famoso antecessor, Gregório Magno. Ele é retratado como ditando o cantochão, inspirado por uma pomba, que representa o Espírito Santo, dando ao Canto Gregoriano o aval de autoridade sagrada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-8022798794850449166?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/8022798794850449166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/breve-historia-do-canto-gregoriano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8022798794850449166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/8022798794850449166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/breve-historia-do-canto-gregoriano.html' title='Breve História do Canto Gregoriano'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl8-P5eeVtI/AAAAAAAAAEU/EzWWPeyHj0c/s72-c/489px-Gregory_I_-_Antiphonary_of_Hartker_of_Sankt_Gallen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-9070323919315854639</id><published>2009-07-16T00:53:00.000-03:00</published><updated>2009-07-17T10:19:20.011-03:00</updated><title type='text'>Lex Orandi, Lex Credendi, Lex Cantandi</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl6loputvRI/AAAAAAAAAEM/UEWxElwPKhY/s1600-h/lexOrandiCantandiCredendi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358902724432608530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 279px; HEIGHT: 203px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl6loputvRI/AAAAAAAAAEM/UEWxElwPKhY/s400/lexOrandiCantandiCredendi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A figura ao lado pode resumir a oração do cristão: essa, se também cantada, reflete a fé. Ainda, o desenho pode ser também interpretado como, se, ao cantar o que se crê, oramos. Ou ainda, refletimos nossa fé pela oração, e quando cantamos o que cremos, nossa fé se torna mais expressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reza-se como se crê. Essa expressão antiga e sábia da Igreja (&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;lex orandi, lex credendi&lt;/span&gt;) é a íntima conexão entre fé e oração, cerne da vivência religiosa cristã. Essa expressão aplicou-se ao rito litúrgico durante séculos, sendo fé e oração os seus pilares. Por sua vez, a música litúrgica sempre teve essa tarefa: acentuar a magnitude do ato de elevar as almas e suas orações aos céus, bem como trazer à terra as graças derramadas por Deus aos fiéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consequentemente, o Canto Gregoriano teve e ainda tem essa função, assim como muitas composições fazem isso muito bem hoje. Mas, será que as mais modernas expressões musicais cumprem com esse papel? Mesmo oriundas de movimentos da Igreja bem intencionados, são capazes de fazer a assembléia expressar o que se crê com o cantar (&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Lex credendi, lex cantandi&lt;/span&gt;)? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa entrevista dada em 2005 ao site Zenit&lt;a class="sdendnoteanc" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7987617858446921661#sdendnote1sym" name="sdendnote1anc"&gt;i&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.zenit.org/article-20951?l=english"&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Mons. Valentí Miserachs Grau&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, presidente do Instituto Pontifício de Música Sacra, afirma sobre o abandono aparente do Canto Gregoriano e da necessidade de se recuperar o latim como língua litúrgica, de forma “generalizada”. Comenta ainda sobre o empobrecimento geral que a música litúrgica sofreu com a adoção do vernáculo, por não ter conseguido “enraizar-se na irrenunciável tradição da Igreja”. E acrescenta: “é incompreensível que se tenha deixado de lado o latim e o canto gregoriano nos últimos quarenta anos”, logo, mais de quarenta anos se passaram...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mons. Grau faz critica ao estilo das canções cantadas pelas diversas “comunidades” e à qualidade das canções, pois, segundo ele, ao deixar de lado o gregoriano, criou-se com a nova mentalidade “condições” para a proliferação “de novos produtos musicais” desprovidos da qualidade necessária. Como se nota em diversas situações onde ocorre a missa em latim, ou outro evento onde a língua seja usada na liturgia, há interação das pessoas, pois elas conhecem alguma coisa da lingua, ainda que mínimamente. O preconceito com o latim se torna nulo e ele completa: “As pessoas antes sabiam cantar em latim os cantos básicos, hoje parece que se fazem esforços para que desaprendam o que já sabiam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo de forma modesta, nosso grupo contribui para esse esforço artístico e litúrgico, introduzindo o Ordinário da Missa: Kyrie, Gloria, Sanctus e o Agnus Dei. Pretendemos aos poucos introduzir outras partes, como o Pater Noster, bem conhecido do público católico pela gravação de diversos mosteiros e padres, bem como de João Paulo II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, deve-se valorizar o que se tem feito em nossas comunidades. O esforço feito pelos músicos e voluntários que participam de grupos de canto, corais, entre outros, é mais que válido. O que se questiona é o engajamento com a espiritualidade litúrgica, a vida de oração de cada participante desses grupos, ou como animador(a) da assembléia. Qual o tempo que cada membro desses dedica à meditação, leitura orante, momento de silêncio, construção não só de conhecimento teórico, mas também teológico-espiritual é que deve ser levado em conta, e estimulado pelos pastores de almas através de orientação devida, como encontros paroquiais, a princípio. De nada adianta pensarmos em grandes transformações sem mudar nosso próprio hábito, pois o hábito faz o monge, não a vestimenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pax! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="sdendnotesym" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7987617858446921661#sdendnote1anc" name="sdendnote1sym"&gt;i&lt;/a&gt; entrevista intitulada “&lt;a href="http://www.zenit.org/article-9803?l=portuguese"&gt;O canto gregoriano deveria regressar&lt;/a&gt;” (vide ZENIT «O canto gregoriano deveria regressar» 19/12/2005 – www.zenit.org/portuguese/ ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cliturgica.org/artigo.php?id=1005&amp;amp;PHPSESSID=3930658d8f5a5c0ca9ab65a05eab6924"&gt;Para onde vai a música sacra?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.yale.edu/ism/admissions/intro-today.html"&gt;Institute of Sacred Music - Yale&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.musicasacra.com/archives/"&gt;Church Music Association of America (CMAA)&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-9070323919315854639?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/9070323919315854639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/lex-orandi-lex-credendi-lex-cantandi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9070323919315854639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/9070323919315854639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/07/lex-orandi-lex-credendi-lex-cantandi.html' title='Lex Orandi, Lex Credendi, Lex Cantandi'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Sl6loputvRI/AAAAAAAAAEM/UEWxElwPKhY/s72-c/lexOrandiCantandiCredendi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2750710294558598188</id><published>2009-06-28T12:39:00.000-03:00</published><updated>2009-06-29T12:07:46.300-03:00</updated><title type='text'>O retorno às raízes da música sacra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos anos se nota um aumento no interesse pelo canto gregoriano, quer na vida secular em forma de execuções radiofônicas ou venda de discos, quer no uso litúrgico. Essas são duas situações que mostram o interesse do ser humano por algo que nos coloca à porta dos céus, que reflete a busca atual pela espiritualidade nesse início de milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não menos inflamado nesse sentido de restauração da música litúrgica, o diretor do Pontifìcio Instituto de Música Sacra de Roma, Valentino Miserachs Grau enfatiza a participação da assembléia nas partes cantadas com canto gregoriano, não como possibilidade, mas como ideal, durante seu discurso aos participantes da jornada de reflexão sobre música sacra promovida pela Congregação para a Liturgia no aniversário da constituição Sacrosanctum Concilium (07.12.2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opinião do especialista não é infundada. Baseia-se na Tradição da Igreja, que é um dos pilares da fé cristã católica, em especial a romana devido à lingua (o latim); baseia-se nos documentos da Igreja, como "o motu proprio 'Inter Sollicitudines' de S. Pio X até aos nossos dias, passando por Pio XII ('Musicae Sacrae Disciplina'), pelo capítulo VI da constituição do concílio Vaticano II sobre a liturgia, pela subsequente instrução emitida pela Congregação para os Ritos em 1967, e pelo recente quirógrafo de João Paulo II em comemoração do centésimo aniversário de 'Inter Sollicitudines', de 1903", segundo o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ainda, o Santo Padre, acima citado, em outubro de 2005, declara que os presbíteros deveriam ser preparados nos seminários para perceber e celebrar a Missa em Latim, valorizar o canto gregoriano, além de fomentar a educação dos fiéis a este respeito, pois não se justifica a exclusão do latim e do canto gregoriano durante os últimos anos. O latim, língua essa que, apesar de ser considerada "morta", é parte da Tradição da Igreja Latina. Esses elementos (a língua e o canto) estão ligados profundamente às fontes bíblicas, patrísticas e litúrgicas, parte da "lex orandi" (leitura orante) forjada durante vinte séculos, não vinte segundos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se pensar num retorno às raízes, deveria-se considerar a Tradição, como fonte viva e inspiradora de "escola de oração", além de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Schola Cantorum&lt;/span&gt; (escola de cantores). Quem canta reza duas vezes, segundo Santo Agostinho. Mas, como rezar com a proliferação heterogênea e anárquica de produtos musicais (e Theodor Adorno nos avisou disso!) que mais nos afastam da oração, trazendo empobrecimento e danos que possivelmente são difíceis de se reparar? Sem dúvida, a criação de escolas diocesanas de música seriam uma saída, opinião  também compartilhada pelo Pe. Kleber Danelon, pároco da Paróquia Santa Cruz e São Dimas (Piracicaba-SP) e membro da Equipe Diocesana de Liturgia e Música, desde que centradas nos pilares da fé cristã, que são a Palavra, a Tradição e a Oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Antônio Pessotti&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conferir:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.diocesedecoimbra.pt/EDMS/temas/pdf/Canto%20Gregoriano%20Miserachs.pdf"&gt;Discurso de Valentino Miserachs Grau&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;ct=res&amp;amp;cd=1&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fbooks.google.com.br%2Fbooks%3Fid%3DUztG45DMoWMC%26pg%3DPA1%26lpg%3DPA1%26dq%3Dadorno%2Bmusic%2Bsacred%26source%3Dbl%26ots%3DOZiuidZ5LE%26sig%3DFdJHvmYyeJ9MqTbmb3FS2sM9h5M%26hl%3Dpt-BR%26ei%3DVpBHSrP5MJXDtwfbxbmMCg%26sa%3DX%26oi%3Dbook_result%26ct%3Dresult%26resnum%3D1&amp;amp;ei=VpBHSrP5MJXDtwfbxbmMCg&amp;amp;usg=AFQjCNEqpkVzTnWuyMQF61hqk4s76yiygA&amp;amp;sig2=gYP9L3v5VrrgqzEHGLg3gw"&gt;Depois de Adorno, repensando a Sociologia da Música&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nyu.edu/gsas/dept/music/GallopeSchoenberg.pdf"&gt;Você não consome música sacra&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ml.oxfordjournals.org/cgi/reprint/LII/3/287.pdf"&gt;An introduction to Adorno´s Music and Social Criticism&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2750710294558598188?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2750710294558598188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/06/o-retorno-as-raizes-da-musica-sacra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2750710294558598188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2750710294558598188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/06/o-retorno-as-raizes-da-musica-sacra.html' title='O retorno às raízes da música sacra'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-7238367953662724964</id><published>2009-05-14T21:58:00.000-03:00</published><updated>2009-05-15T16:17:07.199-03:00</updated><title type='text'>Canto e liturgia</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O canto integra a liturgia de uma missa. Segundo o Concílio Vaticano II, a música apropriada a liturgia é aquela que está intimamente ligada a ação e o momento ritual litúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orienta quanto aos critérios de criação e escolha do repertório, que incluem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) textos retirados ou inspirados ou da Sagrada Escritura;&lt;br /&gt;b) melodias acessíveis;&lt;br /&gt;c) evitar tirar melodias de músicas populares;&lt;br /&gt;d) levar em conta o tipo de celebração e características da assembleia;&lt;br /&gt;e) respeito ao tempo litúrgico e as festas religiosas;&lt;br /&gt;f) respeitar a cultura local;&lt;br /&gt;g) sejam levadas em conta as dimensões comunitária dialogal e orante nos textos e nas melodias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que escrever isso num blog de canto gregoriano? Simples. Basta analisar se encontramos esses itens no canto gregoriano, que tem todos os textos retirados da Sagrada Escritura; para quem tem formação em música garante que as melodias são acessíveis e próprias, ou seja, não são retiradas de músicas populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre respeitado o tipo de celebração, porque garante músicas que atendam o tempo litúrgico e as festas religiosas, não desrespeita nada nem ninguém, além de contemplar as dimensões dialogal e orante, tanto em textos, quanto em melodias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste documento (veja link abaixo), a CNBB afirma que o grau de especialização de um coral está intimamente ligado ao conhecimento técnico-musical dos cantores e do mestre que conduz o grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi isso como forma de reflexão, não de imposição. É importante pararmos para refletir sobre assuntos diversos. Aqui, liturgia e canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:78%;" &gt;Link: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish/files/files_48d280141076f.pdf&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-7238367953662724964?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/7238367953662724964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/05/canto-e-liturgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7238367953662724964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7238367953662724964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/05/canto-e-liturgia.html' title='Canto e liturgia'/><author><name>Renata</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aUkUj-wyiKA/SdFldGuN-mI/AAAAAAAAAEk/lHzKM2XSknI/S220/eu+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6003033399752125462</id><published>2009-04-15T21:22:00.000-03:00</published><updated>2009-04-15T21:29:08.151-03:00</updated><title type='text'>Apresentação em Santa Bárbara d´Oeste</title><content type='html'>Faremos uma apresentação na sede da Associação Paulista de Medicina em Santa Bárbara d´Oeste no domingo 26.04, 10h30.  A APM realiza mensalmente eventos culturais e teremos a honra de mostrar nosso trabalho de divulgação do Canto Gregoriano nessa ocasião.&lt;br /&gt;O repertório será o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pater Noster&lt;br /&gt;Ave Maria&lt;br /&gt;Credo III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antifonas maiores em tom simples:&lt;br /&gt;- Ave Regina Coelorum&lt;br /&gt;- Regina Coeli&lt;br /&gt;- Salve Regina&lt;br /&gt;- Alma Redemptoris Mater&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ave mundi spes Maria&lt;br /&gt;Sancta Maria&lt;br /&gt;Sub tuum praesidium&lt;br /&gt;Victimae Paschalis Laude&lt;br /&gt;Veni Creator Spiritus&lt;br /&gt;Ut queant laxis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ordinário da Missa de Angelis (Missa VIII)&lt;br /&gt;- Kyrie&lt;br /&gt;- Gloria&lt;br /&gt;- Sanctus&lt;br /&gt;- Agnus Dei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pange Lingua Gloriosi&lt;br /&gt;Adoro te devote&lt;br /&gt;Jesu dulcis memoria&lt;br /&gt;Ave Verum&lt;br /&gt;Te Deum (tom solene)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antifonas bizantinas&lt;br /&gt;- Axion Estin&lt;br /&gt;- Soson Kyrie&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6003033399752125462?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6003033399752125462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/apresentacao-em-santa-barbara-doeste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6003033399752125462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6003033399752125462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/apresentacao-em-santa-barbara-doeste.html' title='Apresentação em Santa Bárbara d´Oeste'/><author><name>Renata</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aUkUj-wyiKA/SdFldGuN-mI/AAAAAAAAAEk/lHzKM2XSknI/S220/eu+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5761703747816806597</id><published>2009-04-11T17:15:00.000-03:00</published><updated>2009-04-11T17:36:48.826-03:00</updated><title type='text'>CHRISTOS ANESTI! ALITHOS ANESTI! Alithinos o Kyrios!</title><content type='html'>Repertório da Missa de Páscoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Te Deum (solene)&lt;br /&gt;Canto de entrada&lt;br /&gt;* Vidi Aquam (aspersão, no lugar do Kyrie)&lt;br /&gt;Gloria VIII (De Angelis)&lt;br /&gt;Salmo&lt;br /&gt;* Victimae Paschalis Laude&lt;br /&gt;Aleluia&lt;br /&gt;Ofertório&lt;br /&gt;* Sanctus VIII&lt;br /&gt;Responsórios da Oração Eucarística&lt;br /&gt;Amen&lt;br /&gt;Pai nosso (em português na melodia gregoriana, ou rezado)&lt;br /&gt;* Da pacem&lt;br /&gt;* Agnus Dei VIII&lt;br /&gt;Comunhão&lt;br /&gt;* Pange Lingua&lt;br /&gt;* Regina Coeli (solene)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5761703747816806597?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5761703747816806597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/christos-anesti-alithos-anesti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5761703747816806597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5761703747816806597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/christos-anesti-alithos-anesti.html' title='CHRISTOS ANESTI! ALITHOS ANESTI! Alithinos o Kyrios!'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-6540946870530265864</id><published>2009-04-01T21:20:00.000-03:00</published><updated>2009-04-01T22:58:40.839-03:00</updated><title type='text'>Páscoa Gregoriana</title><content type='html'>O Coral Schola Cantorum Sancte Michael Archangele está preparando repertório especial para o Domingo de Pascoa (12/04)  na missa das 18h na Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba - SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse repertório será composto de músicas próprias da liturgia atual, em português, bem como em gregoriano. Abriremos com o Te Deum, hino de louvor de autoria atribuída a Santo Agostinho e Santo Ambrósio, antes do início da missa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato de aspersão da água benta será acompanhado pelo Vidi Aquam, seguido pelo Gloria, ambos em gregoriano. O canto de comunhão será seguido pelo Pange Lingua e pelo Regina Coeli em tom solene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte desse repertório será reapresentado em Santa Bárbara D´Oeste, na Associação Paulista de Medicina, no dia 26 deste mês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-6540946870530265864?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/6540946870530265864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/pascoa-gregoriana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6540946870530265864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/6540946870530265864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/04/pascoa-gregoriana.html' title='Páscoa Gregoriana'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-5239950611051095184</id><published>2009-03-22T16:27:00.000-03:00</published><updated>2009-03-22T16:30:06.687-03:00</updated><title type='text'>Retorno na Páscoa</title><content type='html'>Voltaremos às nossas atividades nas missas dominicais a cada segundo domingo de cada mês na Catedral de Santo Antônio (Piracicaba - SP) no Domingo de Páscoa (12.04.2009), na missa das 18h00. Contamos com a presença de todos nesse dia festivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-5239950611051095184?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/5239950611051095184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/03/retorno-na-pascoa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5239950611051095184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/5239950611051095184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2009/03/retorno-na-pascoa.html' title='Retorno na Páscoa'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-7562501772591386665</id><published>2008-12-18T18:17:00.000-02:00</published><updated>2008-12-23T21:45:10.379-02:00</updated><title type='text'>Atividades em 2009</title><content type='html'>Retornaremos aos ensaios no dia 20 de Janeiro de 2009, no SESC Piracicaba - Rua Ipiranga, 19h30, como ensaio aberto à comunidade piracicabana; retornaremos à Capela Santuário da Mãe Rainha de Schoenstatt, às 19h30, nos ensaios seguintes.&lt;br /&gt;Prepararemos para 2009:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Rosário, cantado em gregoriano e com a participação de solistas com o coro Vox Cenaculi;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Liturgia Bizantina, no rito Antioquino;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lauda Franciscana;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ofício de Vésperas. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Prevê-se várias apresentações dentro e fora de Piracicaba.&lt;br /&gt;A todos Feliz Natal e Ano Novo repleto de realizações em Cristo!&lt;br /&gt;Paz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-7562501772591386665?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/7562501772591386665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/12/retornaremos-aos-ensaios-no-dia-20-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7562501772591386665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/7562501772591386665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/12/retornaremos-aos-ensaios-no-dia-20-de.html' title='Atividades em 2009'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2726947082346497143</id><published>2008-11-27T16:13:00.000-02:00</published><updated>2009-03-31T17:46:01.911-03:00</updated><title type='text'>Advento</title><content type='html'>13.12 - 19h - Igreja São José (Paulista) - Piracicaba - SP&lt;div&gt;Missa do Terceiro Domingo do Advento&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2726947082346497143?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2726947082346497143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/11/advento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2726947082346497143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2726947082346497143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/11/advento.html' title='Advento'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2470106504866387816</id><published>2008-11-10T15:43:00.000-02:00</published><updated>2008-11-10T15:45:27.465-02:00</updated><title type='text'>coros bizantinos e gregorianos</title><content type='html'>Procurem no YouTube os nomes Schola Antiqua, Byzantion e Idimelon, referentes a grupos masculinos com repertório gregoriano e bizantino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2470106504866387816?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2470106504866387816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/11/coros-bizantinos-e-gregorianos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2470106504866387816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2470106504866387816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/11/coros-bizantinos-e-gregorianos.html' title='coros bizantinos e gregorianos'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7987617858446921661.post-2269110382908790498</id><published>2008-10-23T21:34:00.000-02:00</published><updated>2008-10-30T14:37:44.264-02:00</updated><title type='text'>Apresentações</title><content type='html'>27.10 - Santuário Nossa Senhora dos Prazeres - Piracicaba: comemoração dos 80 anos da Opus Dei.&lt;br /&gt;02.11 - 18h - Missa de Finados na Catedral de Santo Antônio - Piracicaba - SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7987617858446921661-2269110382908790498?l=scsma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://scsma.blogspot.com/feeds/2269110382908790498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/10/apresentaes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2269110382908790498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7987617858446921661/posts/default/2269110382908790498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://scsma.blogspot.com/2008/10/apresentaes.html' title='Apresentações'/><author><name>antoniopessotti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00511579449301060004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_1wm1oJJnrqc/Soo7emeRCEI/AAAAAAAAAFo/cetVQolBo1c/S220/Tenor_Ant_nio_Pessotti.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
